terça-feira, 15 de setembro de 2015

EU SONHO

Quero ser colo e ter colo
Quero beijos apaixonados,
Quero teu corpo meu sem reserva, entregue
Te levarei as estrelas
Quero caminhar nas estrelas ao teu lado
Serei porto pro teu coração a cada tombo, a cada vitória
Meu corpo quer ser o seu remédio quando a vida doer
Quero que nossos corpos sejam em muitos momentos um
Quero que você sempre veja no meu olhar, mesmo chateada, mesmo zangada amor na sua forma mais pura
Sempre cuidarei das suas dores
Quero você, uma tarde chuvosa, vinho, frios e um filme que não veremos.
Quero teu riso, teu grito, te vê dançando de felicidade por meu coração te pertence e o teu é meu.
Quero pertencimento
Quero ser concha pro teu corpo
Sempre lutarei pelos meus e os seus sonhos e depois de nós duas serão nossos
São tantos sonhos de amor, será que são só isso SONHOS?
Fernanda Tahann 

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

AMO-TE

Te amo
Te amo feia, te amo bonita
Te amo perto, te amo longe.
Te amo cheirosa, te amo fedida
Te amo carinhosa, te amo bravinha.
Te amo por dentro, te amo por fora. 
Te amo quando te vejo na minha porta.
Te amo desde o instante em que você sorriu pra mim
Te amo quando fazemos o amor se concretizar na nossa cama
Te amo quando você se enrosca saciada no meu corpo
Te amo hoje e talvez te ame pra sempre. Mas o que importa amor, é que você esteja aqui comigo no presente. O futuro? Esse construiremos.
Fernanda Tahann 

REENCONTRO III (Conto Erótico)

Ela desceu beijando meus corpo, passando aquela língua de maneira lenta, com pequenas mordidas, sussuro que me desejava tanto, que nunca tinha esquecido meu cheiro, e eu completamente entregue, tão excitada que achava que um rio saía de mim, contorcia meu corpo ao encontro do teu, você pressionava teu quadril ao encontro do meu, a boca dela explorava a minha, sentia aquela língua entrando, explorando, mordiscando de leve meus lábios, me matando de tesão, de vontade, ela desceu beijou meus seios, sugou um a um, a mão dela tocou aquele centro de prazer, molhado, quente louco pelo seu toque, sinto teu dedo tocando meus clitóris, só gemia, só sentia aquela ondas de prazer que percorria meu corpo, queria que você entrasse no meu corpo, queria ser tua, inteiramente tua.
Ela beijava minha boca e sua mão me tocava, a boca dela saiu da minha e desceu beijando meu corpo, até que chegou entre minhas pernas, senti tua língua entrando substituindo teu dedos, aquela língua quente molhada me lambendo, chupando, me fazendo relembrar um prazer que senti a tanto tempo e nunca esqueci, era tanto prazer, tanto que o gozo veio intenso, inteiro, grandioso.
Nos abraçamos, me aconcheguei no teu colo. Ela me abraçava com tanto carinho, que era tão fácil acreditar que ela me amava. Dormimos assim grudada uma na outra.
Quando acordei estava tão grudada em você, fiquei com medo de me mexer e ela acordar e sonho se desfazer. Era tão perfeito senti o corpo dela no meu, agora meu coração contraia de dor, de medo de você acordar e sumir da minha vida novamente.
Ela acorda, me aperta um pouco mais ao encontro do corpo dela, enche minha cabeça de pequeno beijos cheio de carinho.
Olha pra mim, sorrir, levanta, diz o que vamos dizer lá fora.
Vai tomar banho, sai, diz que vai cumprimentar meus pais, vou tomar banho, saio do quarto e a encontro num papo animado com meus pais. Tomamos café, você sai dizendo que vai voltar a tarde para conversarmos, mas meu coração está apavorado com medo, dessa ser só mais uma forma de você fugir desse sentimento que era tão intenso em mim quanto você.
Meninas querem saber o restante? Então deixem um comentário, assim que atingir 5 comentários publico restante
Fernanda Tahann 

REENCONTRO II (Conto Erótico)

Meu coração quase parou ao ouvir sua voz, te olhei, minha vontade era te abraçar, beijar aquela boca que me despertava tanta vontade, queria senti o perfume dos teus cabelos, mas me controlei, me aproximei, a cumprimentei educadamente e a convidei para sentar, mas ela disse que não podíamos conversar ali, combinamos ficar mais uma hora na festa e sair dali para algum lugar calmo onde poderíamos ter essa tão sonhada conversa.
Se você me perguntar qualquer coisa que aconteceu dali em diante seria incapaz de te dizer, voltei a mim quando estávamos num quarto na casa dos meus pais.
Era evidente que tanto eu quanto ela estávamos uma pilha de nervo, não sabíamos muito bem o que fazer, começamos a falar sobre amenidades, numa certa altura ela começou a me falar da sua vida, do seu casamento, da sua infelicidade, do amor pelo seu filho, da falta que sempre sentiu de mim, nessa altura ela me abraçou chorou, chorou, chorou muito, só a aconcheguei, abracei, deixei coração dela sentir que o meu coração estava ali com ela. Entre lágrimas me pediu perdão porque me fez sofrer, respondi que não havia o que perdoar, de repente tua boca estava tão próxima que era só me mexer e a beijaria, não cometeria esse erro novamente, se ela quisesse teria que pedir, que vim. Ela veio, me beijou, um beijo carregado de dor, de saudade, de medo, e de certeza que era ali que estava nossa felicidade.
Entre um beijo e outro ouvir ela falar de saudade, de amor, me prometer que dessa vez seria diferente, mas meu coração sabia que quase nada era verdade. Mas queria tanto, desejava muito, me encontrava nos teus braços
Nossas bocas se consumiam, deitamos naquela cama, fomos tirando cada peça de roupa que nos separávamos.
Sentir teu corpo nu ao encontro do meu, teu cheiro era tão bom, beijar tua boca tão perfeito, senti teu olhar no meu, vê tanto amor, tantas promessas e saber que talvez sejam só isso, promessas
Mergulhei naquele corpo que se oferecia, que desejava, beijei e beijei aquela boca, beijei, lambi aquele pescoço, sussurei que sempre fui apaixonada por ela. Beijei o colo, suguei os seios um a um, passei minha língua por todo aquele corpo, coloquei minha perna entre as pernas delas, começamos aquela dança onde meu ventre queria entrar no dela, nossas respirações, nossos gemidos se confundiam, quanto mais eu a apertava contra o meu corpo parecia pouco, minha boca devorava a dela, minha língua explorava aquela boca, minha mão desceu e tocou aquele lugar quente, que estava molhado de desejo, ela quase gritou qdo meu dedos tocou seu clitóris, fique tocando, beijando aquela boca sedenta de prazer. Ela me toca também, faz tanto tempo que não experimento tal prazer, sinto tanto, ela me tocando com delicadeza, o desejo me enlouquecendo, resolvo tomar a iniciativa, desço beijando seus seios, barriga. Beijo tuas pernas, deixo teu ventre senti minha respiração, minha língua se insinua entre teus grandes lábios, mas fico nisso, subo beijo tua boca, sussuro que nunca experimentei um prazer tão grande como esse que sinto quando estamos juntas, ela quase pede, desço, abro suas pernas e me alojo ali, deixo minha língua, minha boca chuparem, lamberem, ela se contorce, quase grita que só foi feliz em meus braços e goza, goza muito, eu bebo cada gotinha desse nécta do amor, subo, recebo um abraço de braços e pernas. Ela me olha nos olhos diz que me ama, me supreende, trocando de lugar comigo, sorrindo, sussurando que chegou minha vez de deixá-la me soboreando. 
Agora meninas se vocês  quiserem que continue deixe um comentário, quando tiver 5 escrevo o restante
Fernanda Tahann 

domingo, 13 de setembro de 2015

FOI TÃO FÁCIL


Foi tão fácil te amar
Foi tão fácil te deixar entrar na minha vida
Com você parecia que meus sonhos de amor estavam se materializando
Encontrei mil razões pra te amar
Coloquei você nos meus planos
Te apresentei minha família, meu mundo
Te contei os meus sonhos, das minhas magoadas estrelas
E você parecia querer fazer parte deles
Quando estava triste você sempre encontrava um jeitinho de me fazer sorrir
Quando chateada dizia que era nada, você sorria me aconchegava no teu colo sussurando que eu era o seu tudo
Você faz parte dos meus sonhos, mora nos meus pensamentos
Foi em teu braços que conheci o amor cru, intenso, sincero
Agora me responde:
Onde errei?
Quando te perdir?
Quando você começou a desistir de nós 
Se puder antes de ir me ensine a te esquecer.
Fernanda Tahann 

sábado, 12 de setembro de 2015

SEGREDO (Conto Erótico)

Quando a conheci aconteceu uma coisa engraçada, no exato momento que meus olhos encontraram os delas aconteceu uma espécie de reconhecimento.
Fomos nós aproximando devagar, uma conversa aqui, uma troca de contato ali, um almoço, a descoberta de que ela não era livre, uma vontade de ficar com ela o tempo todo. Um desejo, uma boca que parecia pedir beijos.
Um dia, na minha casa, umas cervejas, muito desejo, muito amor, o beijo aconteceu, depois daí fizemos amor uma, duas três vezes, até o desejo tão reprimido ser saciado. Viramos "unha e carne", onde eu estava ela também estava, vivíamos fingindo interesse por homens qdo na verdade nós nos bastavamos.
Já namoramos a tanto tempo, já nos vemos há tanto tempo e o tempo todo fingimos que somos só amigas, mas sei quase tudo sobre você, conheço teu corpo, conheço cada um dos teus sorrisos, sei cada uma das suas dores, assim como você sabe das minhas. Já faz tanto tempo que nos amamos em segredo.
Essa tarde é mais uma tarde que roubamos do mundo, eu sou mais livre, não deixo ninguém entrar tanto na minha vida. Você ao contrário dá satisfação a todos.
Aqui estou eu mas uma vez em casa com o coração ansioso esperando-a
A campainha toca, sinto aquele arrepio, aquele frio na barriga tão típico de quando estamos apaixonadas. 
Ela entra na sala, parecendo uma gatinha assustada, prendo-a num abraço e deixo ela se acostumar, te ofereço água, cerveja, suco, qualquer coisa ela não aceita nada senta no sofá respira fundo e vai se acalmando.
Conversamos um pouco, ela levanta, se aproxima de mim, me beija, um beijo cheio de saudade, de fome.
A paixão que parece tão controlada pega fogo ao primeiro toque. Ela me diz o quanto sente minha falta, o quanto me quer perto, o quanto sofre com tudo isso. Digo que te amo, que a quero demais.
Ela me pergunta se quero tomar banho com você, com um leve sorriso digo que vou pra qualquer lugar com você. 
Vou tirando cada peça de roupa que cobre teu corpo.
Vou beijando, acariciando teu corpo, ela fica tão entregue a mim. 
No banheiro vejo a água escorrer pelo teu corpo, tão lindo ao olhos do meu amor. Puxo teu corpo ao encontro do meu e te beijo, minha língua brinca com teus lábios, minhas mãos passeiam pelo teu corpo.
Ela também me beija, tuas mãos tocam minhas costas, meus seios, e enchem meu pescoço de beijos. Ela sussura suavemente que me quer
Me empurra contra a parede do banheiro, tua mão toca entre minhas pernas e quase caio tamanho o prazer desse toque, estou completamente pronto pra te satisfazer, ela continua me tocando, me penetrando com seus dedos, meus gemidos aumentam, você sabe que gosto bem de leve, com delicadeza é assim que você faz e eu gozo, grito, fico toda trêmula, entregue a ela. 
Ela me dá aquele sorriso de: eu sei te fazer feliz.
Voltamos a nosso banho, lavo todo teu corpo, lavo entre tuas pernas e ela fecha os olhos pra sentir melhor meu toque, vou beijando-a e te levando mansamente pro vaso, delicamente te faço sentar ali, coloco meu corpo entre tuas pernas, continuo te tocando, ouço teus gemidos, abandono tua boca, beijo e sugo teus seios, desço mais, abro um pouco mais tuas pernas e começo a passar minha língua naquele local tão molhado, tão pronto pra mim, passo minha língua devargar, faço charme volto a beijar tua boca e deixo o meus dedos te penetrarem, você só geme, e eu adoro te ver assim, entregue, sinto que você está quase gozando, então resolvo colocar minha boca ali também, porque quero beber cada gota desse prazer. 
Ela goza, goza gostoso. Abre os olhos, diz que me ama e me envolve com braços e pernas, ficamos ali quietinhas soboreando o prazer de fazer realmente amor.
Te levo pra cama onde vou realmente satisfazer a vontade que tenho de ter ela. 
Bom, o que nós fizemos no resto da tarde e noite fica pra uma próxima vez se o conto atingir 10 COMENTÁRIOS
Fernanda Tahann 

A CASA

Era um casa assustadora
Velha, suja, enorme
As paredes com reboco rachado, caindo
O mato crescia em volta dela, como se nada nem ninguém se importasse com nada.
Ela entrou na casa
Estava escuro
Tinha poeira em tudo
Lágrimas começaram a cair
Sntou no chão 
Se recostou na parede chorou, choroFicou ali parada por muito tempo
Começou a vim todos os dias visitar a casa
Hoje ouvia a casa e limpava a poeira
Amanhã a casa chorava e ela lavava tudo
Depois cuidou do jardim, plantou rosas, margaridas, lírios, muitos lírios 
Pcientemente começou a cuidar de cada rachadura, pintou cada dor
Tabalhou, ouviu, chorou, cuidou
O tempo passou
Um dia ela descia a rua tranquila para vê sua casa amada, parou de repente e sentiu seu coração Se contorcer de dor
Viu a casa, sua amada casa linda, alta, com o jardim cheio de flores, as janelas e portas trocadas, as paredes refeitas.
A casa estava tão viva, distribuía vida, era quase possível sentir sua felicidade 
Ficou com tanto medo de não ser mais necessária 
Tinha uma mulher linda tentando entrar na casa, mas o portão não abriu, ela foi embora
Ela resolveu fazer uma última visita, a casa já não precisava mais do seu amor, dos seus cuidados, estava na hora de deixá-la ir.
Seguiu quieta com o coração em pranto, ao colocá o pé na calçada teve a impressão que todas as flores riram, pensou que era loucura. Nem precisou tocar no portão e esse se abriu. Foi andando com a nítida sensação que as rosas beijavam seu corpo, que as folhas a acariciavam
Seu coração foi se acalmando
Chegou até a porta que se abriu por encanto, estava tudo tão lindo, com um perfume maravilhoso.
Ela visitou todos os quartos, se despedindo de cada dor que ela ajudou a sarar
Estava quase saindo quando viu um estranho raio de luz que parecia guia-la para um quarto. Foi naquele lugar que nem sabia que existia na casa. O quarto era perfeito, quentinho, cheiroso, colorido, brilhante, a cama estava lá convidando-a. Ela pensou "vou deitar só um pouquinho", deitou, dormiu, sonhou com uma noite cheia de amor, cuidado, com uma vida inteira de trocas, de beijos apaixonados, de café no jardim, sonhou, quase pegou na felicidade, dormiu, dormiu. 
Acordou com medo de abrir os olhos e perder o sonho. Abriu os olhos, viu seu corpo sendo aconchegado pelo amor.
Hoje todos ao passarem por aquela rua admiram a beleza da casa, sentem um perfume inebriante do amor que o jardim exala, ouvem risadas femininas, tem certeza que quem quer que ali vivem conhecem a felicidade.
Fernanda Tahann