sábado, 10 de março de 2018

COLEGAS DE TRABALHO - Capítulo II

Como ela nos meus bracos, me beijando, me olhando com os olhos tão cheio de amor constato que ela é o objeto da minha paixão, é por ela que meu corpo espera, com esse desejo e ardor que até dói quando não é saciado. Percebo que estou ali entregue, sendo sua mulher e fazendo dela minha MULHER.

Estava tão ansiosa para agradar, estava tão confusa, meu coração gritava de felicidade, meu corpo finalmente tinha se libertado. Cada beijo, cada carícia me deixava mais e mais feliz.

Queria tanto que fosse tão especial pra ela como estava sendo pra mim, não queria ser só mais uma na vida dela, porque desconfiava que ela já tinha tido o coração de muitas.
Como se lesse meus pensamentos ela pára beija minha boca, olha nos meus olhos, diz que me quer demais, que sou tão especial pra ela. Beija meu colo. Com a sua língua vai lambendo meu pescoço até chegar no meu ouvido, dá lambidas lentas, leves mordidas, eu me arrepio inteira, me abro, me ofereço, ela desce me beijando, meu quadril dança ao encontro do dela. Ela beija cada um dos meus seios, chupa um pouquinho um depois o outro, passa a língua lentamente. Eu pressiono sua cabeça ao encontro do meu corpo, agora sem controle estou completamente aberta, roço minha vagina na perna dela deseperada atrás desse prazer até agora desconhecido. Ela continua brincando com meus seios, mas agora sinto sua mãos entrando entre minha pernas, quase pulo tal o prazer desse toque. Ela não tenta me penetrar nem nada, acho que fiquei tensa, porque ela sussurou:

- Calma, "meu amor", paro no exato momento que você pedir, agora por favor me deixa te fazer minha, me deixa te amar.

Como se fosse possível parar, tudo que queria era me jogar, me dá, engoli, colocá-la dentro de mim. Ela beija minha boca uma infinidade de vezes, sua mão desce devagar, até chegar entre minhas pernas, ela brinca, me tortura, toca em uma perna, depois da outra, passa a mão lentamente no grande lábios. Minha respiração, sei lá se eu estava viva, só sentia esse toque. Ela continuava me beijando, meu quadril se move ao encontro daquela mão. Ela entra, me toca, eu paro de beijá-la fecho os olhos e viro pra sentir esse toque. Ela continua me tocando lentamente, bem de leve, meus gemidos agora são altos, minha respiração ofegante, acho que ela percebeu me gozo se aproximando, vira meu rosto, sussura, pede.

- "Amor", olha pra mim, me deixa vê, me deixa vê.

Deus sabe como tentei olhar pra ela, mas só sentia aquele dedo me tocando de maneira rápida, delicada quando uma onda, uns calafrios, umas contrações atingiram meu ventre e se espalharam pelo corpo. Tentei permanecer com os olhos abertos, mas devo ter fechado em algum momento. Depois de tudo aquilo só quis fechar minhas pernas ainda com a mão dela ali.

A vontade que tinha era beijar, beijar, morder, de literalmente comer aquela mulher. Ela deitou sobre mim, eu a abracei tanto, ela me beijou, sorriu olhou pra mim, disse que ainda tinha mais. Foi descendo me beijando, me lambendo, me chupando, até chegar entre minhas pernas, se alojar ali, abre minhas pernas, começar a passar aquela língua na minha vagina, em toda sua extensão começando de baixo e subindo.

                                                 Fernanda Tahann

Meninas se vocês quiserem ler o conto na íntegra digite no google Wattpad da Fernanda Tahann e você vai encontrar vários livros para baixar de graça

4 comentários:

  1. Fico feliz que voltou linda moça!!
    Amei como sempre.

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  2. Como vc conhece a minha alma?

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  3. Deixei de um pouco de ler suas histórias,mas eu não deixo de te acompanhar sempre 😘😘🙏

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  4. otimo texto, parabens!

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