segunda-feira, 6 de junho de 2016

NASCE UMA PAIXÃO II - (Conto Erótico)

Lembro que sua pele era macia, que tinha um cheiro bom, que depois de tanto tempo lembrar essa noite ainda me faz fechar os olhos com uma saudade de uma noite que moldou a mulher que sou. Lembro que tirou minha blusa, eu tirei a dela, foi tão bom sentir o contato dos seus seios nos meus, quando conseguir desgrudar da sua boca, desci beijando teu colo. 

Olhei nos seus olhos que eram um reflexo dos meus, tinha o mesmo desejo, o mesmo amor. Sussurei no seu ouvido que não tinha ideia do que estava fazendo, ela sorriu e disse que também não. Me olhou e disse vamos deixar nossos corações nos guiar. Voltei a beijar aquela boca com tanto desejo, desci pelo corpo dela beijo seu pescoço, beijei o colo dela, passei minha língua nos seus seios, suguei, ouvir teu gemidos, senti tuas mãos impacientes pressionar minha cabeça, tirei seu short, ela o meu, voltamos a nos beijar, suas mãos pressionavam meu corpo ao encontro do dela agora completamente nu, suas mãos entram entre minha pernas e é como se raios atravessassem meu corpo, sinto tanto prazer que por um instante esqueço que estou beijando-a. 

Eu também a toco, ela geme, joga a cabeça pra trás, fecha os olhos e movimenta seu quadril ao encontro da minha mãos, deixo ela assim entregue ao prazer. É tão difícil me controlar o prazer que sinto é tão intenso, ela continua me tocando de leve, mas firme, estamos molhadas, excitadas, entregue a esse prazer, os gemidos agora são quase gritos. 



Ela se abre, se oferece, seu quadril se movimenta ao encontro de um prazer que vem em onda a única que nos arrebata para um mundo de prazer só nosso. Em quanto aqueles arrepios, aquela demência, aquelas contrações se acalmam ficamos abraçadas grudadas, se pudesse queria eternizar aquele momento, então ela olha pra mim e diz que me ama, eu também a ama tanto. 

Ficamos namorando um tempão, o engraçado é que depois daquele momento tive conciência que nunca tinha namorado ninguém antes dela.

O desejo renasceu ainda mais intenso, minhas mãos percorreram aquele corpo, minha boca beijou cada pedacinho daquele corpo, suguei seus seios, ela colocou sua pernas entre as minhas, nossos quadris ficaram tentantando se penetrarem, suas mãos apertavam minhas costas, eu toquei entre suas pernas e ela estava tão molhada tão pronta pra mim, ela geme, diz que me quer demais ao sentir meu toque. Sua mão também me toca e o prazer é imenso. 

Se que disséssemos uma palavra mudamos de posição, agora tenho total acesso aquela zona de prazer que agora vou saborear, apesar de está morrendo de medo de fazer tudo errado. Sinto sua respiração quente, ela a minha, sua língua vai timidamente me invadindo, não consigo evitar o gemido, sigo o mesmo caminho, ela geme, seu corpo fica tenso, vou lambendo, chupando aquela mulher. Nossos gemidos agora são capazes de acordar o mundo. O gozo chega grandioso cheio de amor, nossos corpos tremem, se entregam, se amam. 

Ficamos ali entregue a um prazer desconhecido mais completo, e já se passaram tantos anos, mas até hoje nunca em nenhum momento da minha vida fui tão mulher, fui tão de alguém como fui naquele instante, numa noite roubada onde o amor falou mais alto. Dormimos nuas, grudadas, saciadas.


O sol nasceu e com ele, a certeza de que tudo que tínhamos feito, tudo que sentíamos errado. Ela nunca quis falar sobre aquela noite, se afastou de mim, casou, engravidou. Bom, eu já não conseguia viver na mesma cidade que ela, vê-la e fingi que ela não era nada pra mim, então segui minha vida.

Estudei, trabalhei muito, sofri muitas noite me sentindo um ser típico de repulsa, aos tranco fui me aceitando, conheci a Sílvia uma mulher interessante, cheia de vida, que foi entrando devagar e quando vi estávamos envolvidas, eu demorei bastante até me sentir apaixonada por ela, então resolvemos "casar", mas tudo se resumiu a um pedido no meio de uma noite linda de carinho, quando ela me pediu para juntarmos nossos sonhos, nossa vontade de ser. Foram 7 anos juntas dos quais fomos namoradas nos primeiros 4 anos, nos outros 3 fomos amigas. Até que ela tomou coragem, deu um fim no nosso pseudo relacionamento. Hoje somos amigas, boas amigas, acho que em algum lugar ela sabia que existia uma parte de mim que ela nunca tocou. Hoje eu finalmente estou aqui, pronta para enfrentar esse fantasma que sempre me perturbou. Era bom respirar esse ar. Meu coração idiota está louco pra vê-la.

Após toda aquela festa típica da chegada de alguém amado, abracei minha mãe, meu pai, visitei algumas amigas e fui vistada por algumas, mas aquela que queria vê não veio nem eu fui. Assim passou-se os primeiros dias, até que fui convidada para ir a uma festa de uma amiga comum a nós duas, imediatamente meu coração perguntou será que ela estaria lá?


Fernanda Tahann

Esse conto é muitos outros estão no wattpad da FERNANDA TAHANN. Se você gostou comente, me diga como melhorar. 


quinta-feira, 12 de maio de 2016

NASCE A PAIXÃO I - (Conto Erótico)

Crescemos numa pequena cidade, famílias de valores tradicionais, onde mulher foi feita para o homem e este para ela, qualquer um que quebre esse paradigma se transforma num pária social, motivo de risinhos, piadas, cuxixos. Na nossas famílias, família é aquela formada por mulher e homem. Por isso esse universo gay sempre esteve muito longe da nossa realidade.
Nossos pais são amigos, portanto desde que me conheço por gente somos amigas, crescemos juntas, estudamos na mesma escola, acho até que namoramos os mesmo garotos, claro que em época diferentes. Sabe aquela expressão popular "unha e carne" somos nós duas
Sempre tivemos uma necessidade de está perto uma da outra, não lembro de ter ido a nenhuma festa sem você, mas isso ninguém estranha. Era até engraçado porque mesmo namorando com garotos, a gente sempre dava um jeito de voltar pra casa juntas.
Lembro que as coisas começaram a mudar numa noite em que tínhamos bebido um pouquinho mais, fomos dormir juntas como já tínhamos dormindo milhares de vezes, só que nessa noite foi diferente, porque foi sonho, ou aconteceu realmente eu nao sei, só sei que acordei com a certeza que tínhamos nos beijado agora se foi sonho ou realidade não sei, só sei que acordei abraçada com ela, e era tão bom tê-la junto a mim, a sensação era tão maravilhosa que fiquei ali o máximo que pude, acho que ela também. Depois fingir que acordei e fui brincando com o que a bebida faz, ninguém trocou uma palavra sobre o que podia ter acontecido, até porque eu não sabia o que tinha acontecido.
A vida seguiu, continuamos namorando meninos é claro, continuamos saindo, brincando, sendo amiga, mas alguma coisa mudou entre a gente naquela noite. Agora vivia sentindo meu corpo pegar fogo quando ela estava perto, agora nossos olhos viviam se encontrando, se buscando. Agora quando por algum motivo ela me tocava eu quase pulava e agora a gente se tocava tanto. O engraçado é que passei a morrer de vergonha de ficar nua na frente dela, parei de falar dos meus namorados. Por falar em namorados, nenhum me fazia sentir a metade que sentia por ela, sinceramente eu morria de medo de tudo aquilo. 
Se meus pais descobrissem, mas o que tinha a descobrir mesmo, não tinha acontecido nada, ou será que tinha? A única certeza que tinha era das milhares de vezes que tinha ouvido que "todo gay vai queimar no fogo do inferno" da passagem bíblica que diz que o homem não pode se deitar com outro varão como se esse fosse uma mulher e vice-versa, tudo isso me apavorava, mas minhas mãos passaram a ficar gelada quando a via, foi aí que entendi a expressão "borboletas no estômago" corpo ficava frio, quente, minhas mais pareciam ter vida própria tal a vontade que tinha de tocá-la.
Parecia que existia um acordo entre nós, paramos de sair juntas quando estava com nossos namorados.
Quando não podíamos evitar tais encontro, quando estes acontecia era um contrangimento só, eu evitava qualquer tipo de contato, e quando a via trocando qualquer tipo de carinho com seu namorado meu estômago queimava, minha vontade era ir lá tal a raiva que sentia, depois de um tempo simplesmente parei de namorar, passei a querer ficar ainda mais na sua companhia
A situação se estendeu, com nossos olhos, nossos corpos gritando que se queriam, como minha boca desejando a boca dela, querendo senti o sabor daquela pele.
Num final de semana em que nossos pais foram para um retiro da igreja ficamos em casa porque o vestibular se aproximava e tínhamos que estudar, ao menos foi essa a desculpa que usamos sem ao menos combinar nada, então pra todos os efeitos ficamos pra estudar, mas como estudar se meus hormônios não me deixava pensar em nada além dela.
Nossos pais viajaram ela veio pra minha casa, ela iria passar o final de semana comigo porque assim teríamos mais tempo pra estudar. Passamos o dia de sábado inteiro estudando, ou melhor fingindo que estudávamos. A noite saímos até o hamburgao da esquina, voltamos pra casa num silêncio total.
Tomamos banhos, trocamos de roupa e eu sugeri que a gente podia ir para o quarto dos meus pais porque a tv era melhor pra vê um filme, assim fizemos.
Agora estávamos ali, eu suadando apavorada, negando a todo momento que não era lésbica, mas ali estava o meu corpo em brasa negando tido que me afirmava a todo instante.
Ela estava deitada ao meu lado, eu morrendo de vontade, ela ali pronta, esperando, eu não sabia o que fazer, morrendo de vontade e de medo. 
Quase pulo quando ela discretamente toca minha mão, aperto a sua, sabe aquele instante em que você sabe que vai mudar sua vida. Esse era o instante, se deixasse acontecer não teria mais volta.
Ela me olhou, se aproximou, ou foi eu, não faço ideia, só sei que quando dei por mim eu estava beijando ou sendo beijada por ela. Ninguém disse nada, apenas sabíamos que aquela era a nossa noite. Lembro que nos beijamos um tempão, nossos corpo cada vez mais sedentos e mais próximos, morri de medo de dá o segundo passo, mas coloquei minhas mãos trêmulas, geladas embaixo da sua blusa.

MENINAS PUBLICO A SEGUNDA PARTE DO CONTO NO SÁBADO, ESPERO QUE VOCÊS GOSTEM E SE PUDEREM DEIXAR UM COMENTÁRIO EU ADORARIA.

Fernanda Tahann 

Meninas se vocês quiserem lê muito contos é só ir no Wattpad da Fernanda Tahann 

sexta-feira, 15 de abril de 2016

ACORDAR AO SEU LADO

Abro os olhos com teu corpo enroscado ao meu. Acordo com aquela sensação perfeita de mulher bem amada, satisfeita porque sei que o amor entre nós é recíproco 
Penso em tudo que vivemos, em tudo que construímos, relembro noites de amor que vivemos, de como ela se entrega completamente a mim, e em todo meu ser explode de amor por ela. Quando fazemos amor é tudo tão perfeito, o prazer que dividimos é tão grande, tão completo que a vontade que tenho e capturar esse momento, não deixá-lo terminar nunca.
Quero te prender em meus braços e manter esse gosto de amor na boca, continuar vendo a vida com esse cheiro de felicidade.
Tenho até medo de mexer e te acordar. Por um instante lembro de tudo que sofremos, tudo que enfrentamos, em quantas vezes choramos nos braços uma da outra até conseguimos ter nossa vida, assim, simplesmente nossa. Muito delicadamente te aperto no meu peito e beijo sua cabeça, ela por instinto ou por sentir meu amor, se aconchega ainda mais em mim e suspira.
Tento sair pra te fazer uma surpresa, te trazer café na cama, mas ela acorda, abre os olhos, e sorrir pra mim com tanta delicadeza, tanto amor que meu coração aperta de felicidade. Me pede pra ficar, me beija, pergunta que hora são e me lembra que hoje é feriado, então o dia é nosso, eu como sempre chata, tento tirá-la da cama, mas ela preguiçosa consegue me manter ali. Termina me prendendo ao seu corpo e dorme novamente. Olha para aquele corpo que amo, toda entregue, tranquila um sorriso surge no meu rosto, penso em como amo essa mulher.
Fico ali com ela no meu colo, lembro de quando nos conhecemos. Tudo aconteceu quando fui com a Katia num churrasco na casa de uma amiga dela, até ai nada de especial. Lá encontrei umas quinze pessoas que não conhecia, mas nada que umas cervejinhas não resolvam, no final do churrasco já conversava com todos como velhos amigos, mas de maneira muito mais intensa com a Laura, depois daquele dia não nos desgrudamos mais, saímos sempre juntas, conversamos muito pelo telefone, chegou um momento em que tinha certeza que não conseguiria dormir sem o boa noite dela. 
É preciso esclarecer que até encontrá-la nunca tinha si quer olhado para outra mulher com desejo, até ela acreditava piamente que era muito hetero, apesar de nunca ter vivido um grande amor já tinha namorado muito, teve até ocasiões em que acreditei está apaixonada, mas logo descobria que era só fantasia.
Nossos encontros continuava, nossa amizade se tornava cada dia mais grude, até um dia em que sair com o Batista um amigo meu e encontrei a Laura num bar que costumavam ir com uma mulher, minha primeira reação foi ir até ela, mas como o Batista estava conversando com uns amigos dele esperei mas fiquei olhando para as duas, tudo ali começou a me incomodar, a forma como a outra mulher olhava para a Laura, como parecia que as duas estavam trocando segredo, detestei quando a mulher toca na mão dela, odeiei o fato da Laura não retirar a mão, deu uma vontade enorme de ir lá, de perguntar o que estava acontecendo, mas com que direito eu podia fazer isso? E por que fazer isso? Acho que fiquei meio doida, porque esse gosto amargo na minha boca era ciúme, era muito ciúme. Neste instante o Batista olhou na direção dos meus olhos, sorriu e disse que finalmente a Laura estava começando um novo relacionamento, acho que devo ter feito uma cara de idiota, porque ele sorriu e perguntou:
- Não acredito que você não sabia que a Laura é gay? Você é lesada menina.
Eu não quis ir lá porque aquela situação me incomodava muito, pra dizer o mínimo. Uma duas horas depois quando a Laura ia embora percebeu nossa presença, foi até lá, nos cumprimentou, mas dessa vez quando eu a toquei minhas mãos estavam geladas, quando seus lábios tocaram meu rosto eu tremi. Ela recusou meu convite pra se juntar a nós e foi embora.
Fiquei muito abalada com o que estava acontecendo comigo. Lembro que quando cheguei em casa estava louca pra ligar para ela, mas não liguei. Não liguei também no dia seguinte, ela também não me ligou, na minha cabeça ela estava vivendo momentos paixão intensa e isso me deixava possessa. 
Quando cheguei do trabalho ela estava na casa dos meus pais, porque apesar dos meus 30 anos ainda moro com meus pais. Fui até lá brinquei dizendo que a noite dela deve ter sido maravilhosa, ela nada respondeu sorriu somente, o que fez ter vontade de ir lá, fazer o que eu não sei.
Ela terminou ficando para o jantar, foi embora lá pelas 22 horas, mas eu não conseguia me comportar com naturalidade com ela, passei a olhar para seus lábios, imaginar como seria seu beijo, comecei a desejar mesmo que ela me abracasse de verdade. Antes de ir ela me perguntou se estava tudo bem, porque eu estava estranha. Respondi que estava tudo bem. 
Ela meio que foi sumindo da minha vida. Eu meio que enlouquecendo com isso. Até um dia que saímos e ela dormiu na minha, é no meio da noite eu simplesmente não conseguia dormi enquanto ela parecia dormia como um anjo, então tive a ideia de beijá-la, ela estava dormindo mesmo nem ia perceber. Então fiquei de lado, olhei um tempão para ela, deu uma vontade imensa de tocá-la, então fui lentamente me aproximando daqueles lábios que pareciam o paraíso, quando beijei senti uma emoção completamente diferente pra mim. Não sou capaz de precisar em que instante ela acordou, só sei que de repente senti os braços delas me envolvendo, sua boca correspondendo o beijo, e essa foi a primeira vez que fizemos amor. Depois de enfrentar minha família, de superar os medos estamos aqui há 6 anos casadas, há 6 anos muito feliz ao lado dessa branquela que amo.
Acho que devo ter me movimentado porque ela acordou, toda preguiçosa, ficamos namorando um pouco, a única forma de tirá-la da cama é despertando o desejo dela, então a convidei para tomar banho junto comigo, convite aceito e lá vamos nós para o banho entre beijos abraços e lembranças de uma amor lindo que vivemos.
A água está fria, ela entra debaixo do chuveiro pulando, eu tento adiar minha entrada ali, mas ela inesperdamente me puxa e quando dou por mim estou ali sendo aos beijos com essa mulher incrível que me torna todo dia um pouco mais feliz. Esses beijos vão se aprofundando, seu toque vai ficando mais exigente, seu corpo colado ao meu, aquele calor do desejo tão conhecido explodindo em cada parte de mim.
Ela me prende contra a parede do box, tua respiração está acelerada, nosso quadril parecem querer se penetrarem. Ela abandona minha boca, beija meu pescoço, dá leve mordidas na minha orelha, sussurando que me quer gozando na sua boca, arrepios percorrem meu corpo, minhas mãos percorrem teu corpo.
Tua língua passa suavemente por meus mamilos, é impossível não gemer, quero tanto esse prazer, mas está muito frio, te convenço a fazer isso na cama.
Pego o sabonete e percorro teu corpo, ela fecha os olhos e se entrega ao prazer desse toque. Quando toco seus seios o corpo dela se arrepia, desço um pouco mais, sua respiração acelera, desço, desço e agora estou entre tuas pernas, que quando entro, sinto teu corpo tremer, te sinto molhada, desejosa, sedenta de mim, não resisto e deixo o sabonete cair, abraço teu corpo, invado teu corpo com minha língua e continuo te tocando, com minha mão livre toco teu seio, ela geme, a levo até a parede, toco de leve com delicadeza, quero o gozo delicado do teu clitóris e sei que ele está vindo, ela morde meu ombro, me abraça e diz que vai gozar, que está gozando.
Teu corpo treme gozando em meus braços, depois fica um longo tempo me abraçando.
CONTINUA 
FERNANDA TAHANN 
Wattpad: Fernanda Tahann 

sábado, 2 de abril de 2016

ELE, EU E MEU CIÚME - Final (Conto Erótico)

Ligo, ela atende, conversamos normalmente, então pergunto se ela pode me encontrar porque precisamos conversar, acho que ela intuiu que algo estava errado, porque pude ouvir o suspiro do outro lado da linda. Combinamos tudo, ela viria a tarde.
Na hora do almoço me manda uma mensagem dizendo que não pode vim porque tem um problema no trabalho pra resolver, respondo que tudo bem, mas tudo bem nada, começo a questionar cada eu te amo, será que tinham sido verdadeiros, cada vez que nos entregamos será que tudo não era uma grande fantasia da minha cabeça. 
Fiquei em casa, tentei vê um filme, tentei ler e nada conseguia prender minha atenção 
No sábado de manhã liguei pra ela, que atendeu, falou baixinho que me amava, que estava morrendo de saudade, que não sabia viver sem mim, mas que não podíamos nos vê no final de semana porque ELE estava com febre, com a garganta inflamada, como ele era monhoso demais ela tinha que ficar com ele. Minha cabeça parou de raciocinar, meu coração chorou. Não sei onde tirei forças, me controlei, disse que estava tudo bem. Ouvi ela mais uma vez dizer que me ama, eu disse o famoso eu também.
Fui tomar banho, acho que nunca tomei um banho mais demorado, queria que a água levasse todas as lembranças, que apagasse cada toque teu no meu corpo.
Chorei tanto
Chorei por mim, chorei por amá-la.
Chorei por amor 
Chorei por esse amor tão grande que você talvez não assumisse também por amor a sua família, a seus amigos que eram pessoas que deveriam te amar como você era, mas que você por medo não queria nem arriscar decepcioná-los
Chorei por meus sonhos que sempre a envolviam
Chorei por não saber amar de outra forma
Chorei, chorei tanto
Fui pra cama acho que o cansaço me venceu, dormir acordei já era tarde.
Resolvi limpar a casa pra cansar muito o meu corpo, dormir de exaustão a noite.
Tudo em mim queria sair de casa encher a cara, mas fiquei em casa, se ela terminasse comigo teria que admitir que era porque queria ficar com ele, teria ser honesta e não se agarrar a uma bobagem que eu pudesse fazer.
A noite foi horrível, o domingo também, ela para tornar as coisas ainda mais difíceis me cobria de mensagens apaixonadas.
Chegou o grande dia, lá pelas duas ela chega, linda, minha, perfeita ao olhos do meu amor. Sorriu, em abraçou, sussurou que estava com saudade, fomos pro quarto, nos beijamos, ficamos namorando, deu até uma vontade de deixar tudo pra lá e me contentar com o que tinha, mas parei, disse que precisava realmente conversar com ela.
Disse que a amava muito, mas não aguentava mais essa situação ela tinha que se decidir:
- ELE OU EU?
Ela tentou desconversar, tentou me dizer que não sabia o que fazer, me pedir mais tempo, mas fui firme
- ELE OU EU?
Ela me disse que não pederia largá-lo porque o amava, não dá forma como me amava, mas o amava, que sua família toda achava que eles formavam o casal ideal que o amavam também
- EU NÃO POSSO DEIXÁ-LO
Só me restava uma coisa a fazer
Acho que neste instante um anjo cuidou de mim, abri a porta e pedi para ela ir embora.
Ela tentou argumentar, mas terminou por ir chorando, mas foi.
Eu? Bom, eu acho que meu coração virou poeira.
Sentei na cama, morrir um pouquinho a medida que o tempo passava
Acho que anoiteceu, amanheceu e eu estava ali no mesmo lugar, paralisada, sem chão, sem futuro, sem mim.
Fui trabalhar, agradeci a Deus por as férias de final de ano estarem chegando.
Ela me ligou milhares de vezes, nunca atendi nenhum.
Ela mandou milhares de mensagens nunca lidas
Eu liguei milhares de vezes pra ninguém, porque a mulher que amava era uma fantasia
Escrevi milhares de declarações de amor para a mulher dos meus sonhos que não era ela, portanto nunca enviadas
Tudo em mim doía, até a água no meu corpo doía, era um sacrifício imenso comer, fazia isso por amor a minha mãe que está deseperada com o meu estado de espírito 
O tempo passou, pedir 14 quilos de dor, dor, dor
Algumas amigas em comum, me falavam dela, de como ela tinha emagrecido, como devia está acontecendo algo grave porque ela parecia está sofrendo muito. Eu solenemente ignorava cada um dos comentários.
As férias chegaram, fui para cidade em que morava minha irmã 
Lá costumava todos os dias dá longas caminhadas na praia
Passaram as festas de final de ano.
Passou o mês de janeiro, minha mãe me ligava, sempre me falava dela, que ela tinha ligado, que tinha ido visitá-la. Até que um dia pedir a paciência, disse que se ela perguntasse por mim dissesse que eu estava bem, que estava procurando um amor real, que estava tento ser feliz.
Fevereiro chegou entrei com um pedido de licença, não tinha a menor condição de voltar ao trabalho
Março chegou e com ele veio um céu tão azul.
Já conseguia dormir sem acordar chorando
Já conseguia sorri realmente de uma piada
Já conversava sem aquela vontade de cair no choro.
Um dia estava andando na praia, quando vi uma mulher vindo em minha direção, por um momento achei:
- Agora enlouqueci de vez estou tendo alucinações 
Quanto mais próxima ela chegava mas certeza eu tinha que ela era.
Parecia mais magra, com um andar cansado
Um corpo tão frágil que o vento da praia parecia capaz de levá-lo
Era ela realmente, deu uma vontade imensa de sair correndo, abraçá-la, de enchê-la de beijos, mas aí lembrei que agora seríamos só amigas.
Quando ficamos em frente uma da outra tudo que ela fez foi cair no choro. Eu a abracei, como abraçaria qualquer amiga, mas tenho certeza que meu corpo tremia, ela falava entre soluços que me amava, que tinha dito pra todo mundo que me amava, até pra minha mãe, pra ela poder dizer onde eu estava, disse que tinha separado, que se eu quisesse pediria até demissão por o lugar dela era onde eu estivesse e olhou pra mim toda chorosa e perguntou:
- Você me perdoa?
- Você ainda me quer?
Como não querer aquela mulher que tinha o dom de me dá vida.
A abracei ali mesmo, beijei, beijei e beijei sem nem ligar pra ninguém, era ali que residia minha felicidade
Fomos pra casa da minha irmã que trabalhava o dia inteiro, que não chegaria antes das 21 horas, então teríamos o apartamento só pra nós 
No caminho foi um eterno pedido de desculpa.
Mal fechei a porta do apartamento ela veio pra cima de mim, arracamos nossas roupas quase com raiva por elas serem uma barreira. Fomos para meu quarto deitei e a puxei sobre meu corpo. Meus braços apertam aquele corpo que amado. Nossos ventre se procuravam em busca de um prazer tão nosso. Ela beija meu colo, sua boca segue um caminho tão conhecido. Ela passa a língua bem devagar, de leve nos meus seios que ofereço a ela, agora ela quase come cada um deles. Meu ventre que se abre, se oferecendo a ela. Os dedos dela me tocam, sentem como sua mulher a deseja e está entregue a ela. Meu corpo quase pede, meu ventre se move em direção da sua boca. Sinto a respiração dela entre minhas pernas, quase gozo, tal a saudade dessa boca. Sinto a pontinha da tua língua úmida entrando, tocando meu clitóris, lambendo, chupando. Sem perceber minhas mãos pressionam sua cabeça. 
É impossível controlar, o som dos meus gemidos invadem o quarto, peço por ela, peço "por favor me faça tua mulher". Sinto a língua dela me lambendo, os dedos dela entrando e saindo de mim.
Gozo, grito, gozo
Ela vem linda, tão amada, recebo um monte de beijos, e mocinha agora é minha vez de te matar de prazer.
Beijos o corpo dela, viro seu corpo, porque você adora que eu beije suas costas, beijo, passo minha língua, ela geme, mexe teu quadril ao encontro do meu
Beijos, beijos, lambo, quero teu gozo
Meus dedos a tocam e constato que ela me quer, sinto o seu mel nos meus dedos, mas quero lamber, sugar essa fonte que adoro
Enfio minha língua nela que geme, fala alguma coisa que não sou capaz de entender, porque adoro esse cheiro, esse sabor
Saboreio a mulher que amo, ela grita, oferece teu ventre a minha boca, tuas mãos impacientes pressionam minha cabeça
Ela, geme, pede, promete, goza lindamente e eu bebo cada gotinha desse vinho de amor que você me dá. 
Vou ao teu encontro, ela abre os olhos, sorrir pra mim, e há tanto amor entre nesse olhar que tenho vontade de chorar de felicidade.
Hoje a única certeza que tenho é que valeu a pena cada dor, cada mudança porque somos um casal tão feliz. Nos pertencemos e cada dia descobrimos uma nova forma de amar. 
BOM MENINAS PUBLICO OUTRO CONTO ASSIM QUE ESSE COMPLETAR 60 COMENTÁRIOS. 

                   Fernanda Tahann 


terça-feira, 29 de março de 2016

ELE, EU E MEU CIÚME - Capítulo VII (Conto Erótico)

A única coisa possível de fazer é dizer sim, porque o prazer de te ver é tão evidente que não tenho e nem quero dizer não. 
Entramos, no banheiro juntinhas. Ela abre o chuveiro, começa a molhar aquele corpo lindo, eu fico observando aquela mulher linda que amo, de repente ela me puxa para baixo do chuveiro e é uma delícia abraçar aquele corpo molhado, ela me dá um beijo. 
Pega o shampoo e começa a lavar meu cabelo.
Este gesto simples, tão cheio de amor cuidado, meu corpo sentindo tua proximidade.
Pego o sabonete, começo a passar pelo corpo dela, devargar, paro nos teus seios, desço para suas pernas, propositadamente salto aquele encontro perfeito de prazer que fica entre tua pernas.
Fico atrás de você, lavo tuas costas, te abraço beijo teu pescoço, sussuro que ela é o amor da minha vida, que morro de desejo por ela. Estou diante dela, que me encosta na parede, beija minha boca com loucura
Posiciona sua perna entre as minhas, fico molinha com esse contato.
Delicamente te levo pra baixo do chuveiro, começo a lavar teu corpo, agora só quero ter e dar prazer
Coloco minha mão no teu ventre, ela se aconchega em mim, fecha os olhos, sinto seu mel escorrendo entre meus dedos
Beijo sua boca, continuo tocando-a, sua respiração fica ofegante, seu ventre se movimenta contra minha mãos
Sinto ela mordendo meu ombro, gemendo, me avisando que o gozo está chegando, que você é minha e me ama.
Ela grita e goza deliciomente pra mim, com meu toque, o abraço, o beijo que se segue é tão recheado de amor, de carinho.
Me olha com aquele ar que diz agora é minha vez.
Você começa a usar o sabanete como arma, e passeia com ele pelo meu corpo, beija meus seios, passar tuas unhas na minhas costas, adoro isso, me leva pro chuveiro brinca dizendo que tem um lugar que só sua língua é capaz de limpar
Vai descendo deixa um rastro de desejo pelo meu corpo. Me empurra para parede coloca minha perna no seu ombro e enfia sua cabeça entre minhas pernas
Sinto tua respiração, tua mão me tocando, meus gemidos são cada vez mais intenso
Você para olha pra mim e diz:
- Pede
O que fazer? Peço e pedirei sempre
- Por favor, por favor me faça tua mulher
Vejo o prazer do poder em seus olhos, mas sinto o prazer da sua língua em mim e gozo, gozo muito.
Depois ela vem me enche de beijos, promessas de amor e um abraço perfeito de duas mulheres saciadas.
Saímos do banho ela se vestiu e disse que tinha que ir. Essa hora era sempre difícil a vontade que tinha era de brigar dizer pra ela ficar, se decidir ou por mim ou por ele, esbravejar, contei até 10, me controlei, não falei nada, mas acho que ela percebeu que fiquei triste, porque veio até mim, me deu um monte de beijos, me abraçou, disse que me amava, me pediu paciência, mas tudo que queria era prender essa mulher em meus braços e nunca deixá-la sair do meu lado.
Ela saiu, mil coisas começaram a passar pela minha cabeça, ficava vendo ela chegando na casa deles, nos beijos que deveriam trocar, e se ele quisesse transar com ela, como eu pude ser tão idiota e me meter numa situação dessa. 
A vontade que tinha era de sair pra farra, beber, beijar na boca, afinal era uma mulher interessante, podia ficar com outra mulher fácil fácil. Mas amava, queria aquela mulher iria esperá-la, iria cumprir minha promessa, iria mudar, ficaria em casa, iria deixá-la segura.
A situação continuou assim, ela casada com ele, se encontrando comigo ao menos três vezes por semana, passaram meses e nada dela se decidir, virei uma mulher casada, sem mulher. Ficava em casa, já não saía mais, meus programas era um cineminha, um chope com amigas, mas nada de bebedeira, só que aquela situação começou a me incomodar, comecei a achar que tudo era muito cômodo pra ela, eu em casa e ela como o marido, aquilo estava acabando comigo.
Então resolvi que estava mais do que na hora de termos aquela conversa, fazer aquele ultimato:
- Ou ELE ou EU?
PRA VARIAR AS MARIAS ESTAO CHORANDO ENTAO VOU BRINCAR COM ELAS. MENINAS AGORA FICARIA MUITO FELIZ E AGRADECIDA SE VOCES DEIXASSEM UM COMENTÁRIO. Muito obrigada pelo carinho da visita

Fernanda Tahann  
Tumblr: ftahann 

ELA ME MANDOU EMBORA

Cheguei do trabalho cansada, então só me livrei do salto, sentir o alívio do chão frio, me livrei daquela roupa que ao longo do dia vai ficando muito desconfortável e me joquei numa rede que fica no alpendre de casa.
Fechei os olhos de cansaço, e não sei porque meu pensamento foi mais uma vez pra você, mas sem dor, sem angústias, só uma análise triste que fazemos as vezes da vida.
Talvez essa lembrança tenha surgido porque sempre nesse horário estávamos nos dizendo ao menos um oi.
Mas pra variar essa lembrança não foi boa, foi uma daquelas que nos fazem pensar: como pude ser tão idiota? 
Lembro, que claro deve ter cometido milhares de erros, mas sempre te enchi de cuidados. Você sempre foi tão egoísta, sempre deu prioridade total a seus projetos, acho que ao longo dos 5 anos que ficamos juntas você fez essa ou aquela concessão em função de nós, agora eu, tadinha (porque hoje até eu sinto pena de mim) sempre priorizei o nosso relacionamento. 
Fiquei tão encantada com todo aquele amor no meu coração que tudo que queria era ficar com você, deixei de pensar em mim, esquecir dos meus planos. Meu projeto fundamental passou o ser nós, me esqueci tanto de mim que minha alma adoeceu.
Mas, hoje ainda lembro de você, me desculpe, mas quando você vem a minha mente só sinto pena por você, pela sua incapacidade de viver o amor além dessa visão pequena que te caracteriza, mas eu estou aqui, agora, cansada, mas pronta pra me entregar novamente da mesma forma, com a mesma intensidade, com a mesma força, afinal o amor só vale a pena se for vivido assim.

Fernanda Tahann 
Tumblr: ftahann 

domingo, 27 de março de 2016

NOSSA HISTÓRIA - Capítulo IV (CONTO Erótico)

Foi uma correria sair daquela cama, pegar um colchão jogar no chão, nos vestirmos, sair daquele quarto. O difícil mesmo foi fazer cara de que estava tudo normal. Fui atender a porta, enquanto a Laura ficou no quarto, acho eu que no banheiro. 
Levei a Juciane para a cozinha, improvisei um café, pouco tempo depois a Laura surgiu linda e loura na cozinha, meu coração pulou ao vê-la, fiquei rezando pra não ficar vermelha, tal a paixão que estava descobrindo que sentia por aquela mulher. Ela falou se comportou como se nada tivesse acontecido, tomamos café todo mundo sorrindo, falando dos planos para o Natal, o final do anos, dos homens gostosos que poderíamos pegar. Eu tentei agi com naturalidade, mas naquele momento estava pegando a uma pessoa capaz de me interessar.
Como estava sozinha em casa a Inês terminou por aparecer, depois a Patrícia, virou festa, acendemos a churrasqueira, pedimos cerveja, daqui a pouco estava todo mundo rindo, falando bobagens, até que a Inês pergunta se estamos bem? Respondo que sim, ela diz que estamos estranhas, se eu estava chateada com a Laura, sorri e disse que não. Me perguntei o que ela acharia se soubesse que aquela mulher tinha me feito mulher de um jeito que nenhum homem tinha conseguido. Se soubesse que estava com o coração ao pulos de desejo. 
As meninas ficaram até a noitinha. Limpamos a bagunça, fechamos a porta. Ela disse que ia tomar banho, eu fiquei feito uma barata tonta sem saber como me portar. Fiquei na sala com a tv ligada sem vê nem ouvir nada, estava completamente voltada para aquele quarto, ouvindo o chuveiro, os movimentos dela. Dali um tempo ela chega na sala, levanto quase correndo avisando que também vou tomar banho.
Quando volto para a sala ela dá uma leve batinha no sofá, me chama pra sentar ao seu lado. Eu quase como um robô obedeço, sento ali, ela pega a minha mão beija, vai se aproximando, beija a minha boca com uma delicadeza, um carinho comovente. Eu abraço, correspondo ao beijo. Ela vai se deitando sobre meu corpo, todo aquele carinho começa a ser substituído por um desejo intenso. Ficamos ali trocando beijos até, eu encantada, desejosa daquela boca, daquele prazer. Ela me provocando, eu a mercê daquele amor. 
Nossas mãos agora se tocam por baixo das roupas, nossas bocas se comem, se lambuzam, tiro a camiseta dela, ela a minha, o contato com aquela boca me faz desejar mais e mais. Ficamos naquele sofá namorando. Beijo aquele colo. Ela assume o controle, tira a minha roupa, eu a dela, agora nossos corpos estão grudados. Eu cada vez mais excitada, gemendo, louca pelo prazer que ela mostrou que é capaz de me dá. Ela vai descendo beijando meus seios, sugando, me enlouquecendo.
Ela me senta no sofá, desce para o chão, abre minhas pernas, se coloca entre minha pernas, coloca o dedo entre minhas pernas, sente o quanto estou molhada. Meu quadril se move ao encontro da mão dela, meu corpo responde intensamente a esse toque.
Ela vem até minha boca, me beijo, fala o quanto me quer, o quanto esperei por isso. 
Ela desce, sinto sua respiração entre minha pernas. Sinto sua língua,   entrando, bebendo minha excitação, lambe, chupa meu clitóris, já não sei se grito, se morro, só sei que aperto aquela cabeça entre minha pernas. Meu corpo é percorrido por gemidos, por prazer, e gozo naquela boca que cada dia quero muito. 
Eu troquei de posição com ela, sigo o caminho de volta, te lambendo, chego naquela ilha de cheiros o sabores que em encanta, deixo ela sentir minha respiração, beijo em volta, ela não aguenta mais esperar e pede "por favor", meu coração responde a esse pedido. Ela coloca suas mãos em minha cabeça e me guia impaciente. Tomo ela pra mim, mergulho naquele rio de prazer, me lambuzo. Minha língua, meus lábios, tudo em mim quer sentir teu gozo e ele vem pra mim, por mim.
Nossas bocas se encontram, se prometem, e fico ali aconchegada naquele colo, com medo de tudo que está acontecendo.
MENINAS AS MARIAS ESTÃO QUERENDO MAMADEIRA, ENTÃO VOU CUIDAR DELAS. AGORA BEM QUE VOCÊS PODIAM DEIXAR UM COMENTÁRIO, por favor