sábado, 10 de março de 2018

COLEGAS DE TRABALHO - Capítulo II

Como ela nos meus bracos, me beijando, me olhando com os olhos tão cheio de amor constato que ela é o objeto da minha paixão, é por ela que meu corpo espera, com esse desejo e ardor que até dói quando não é saciado. Percebo que estou ali entregue, sendo sua mulher e fazendo dela minha MULHER.

Estava tão ansiosa para agradar, estava tão confusa, meu coração gritava de felicidade, meu corpo finalmente tinha se libertado. Cada beijo, cada carícia me deixava mais e mais feliz.

Queria tanto que fosse tão especial pra ela como estava sendo pra mim, não queria ser só mais uma na vida dela, porque desconfiava que ela já tinha tido o coração de muitas.
Como se lesse meus pensamentos ela pára beija minha boca, olha nos meus olhos, diz que me quer demais, que sou tão especial pra ela. Beija meu colo. Com a sua língua vai lambendo meu pescoço até chegar no meu ouvido, dá lambidas lentas, leves mordidas, eu me arrepio inteira, me abro, me ofereço, ela desce me beijando, meu quadril dança ao encontro do dela. Ela beija cada um dos meus seios, chupa um pouquinho um depois o outro, passa a língua lentamente. Eu pressiono sua cabeça ao encontro do meu corpo, agora sem controle estou completamente aberta, roço minha vagina na perna dela deseperada atrás desse prazer até agora desconhecido. Ela continua brincando com meus seios, mas agora sinto sua mãos entrando entre minha pernas, quase pulo tal o prazer desse toque. Ela não tenta me penetrar nem nada, acho que fiquei tensa, porque ela sussurou:

- Calma, "meu amor", paro no exato momento que você pedir, agora por favor me deixa te fazer minha, me deixa te amar.

Como se fosse possível parar, tudo que queria era me jogar, me dá, engoli, colocá-la dentro de mim. Ela beija minha boca uma infinidade de vezes, sua mão desce devagar, até chegar entre minhas pernas, ela brinca, me tortura, toca em uma perna, depois da outra, passa a mão lentamente no grande lábios. Minha respiração, sei lá se eu estava viva, só sentia esse toque. Ela continuava me beijando, meu quadril se move ao encontro daquela mão. Ela entra, me toca, eu paro de beijá-la fecho os olhos e viro pra sentir esse toque. Ela continua me tocando lentamente, bem de leve, meus gemidos agora são altos, minha respiração ofegante, acho que ela percebeu me gozo se aproximando, vira meu rosto, sussura, pede.

- "Amor", olha pra mim, me deixa vê, me deixa vê.

Deus sabe como tentei olhar pra ela, mas só sentia aquele dedo me tocando de maneira rápida, delicada quando uma onda, uns calafrios, umas contrações atingiram meu ventre e se espalharam pelo corpo. Tentei permanecer com os olhos abertos, mas devo ter fechado em algum momento. Depois de tudo aquilo só quis fechar minhas pernas ainda com a mão dela ali.

A vontade que tinha era beijar, beijar, morder, de literalmente comer aquela mulher. Ela deitou sobre mim, eu a abracei tanto, ela me beijou, sorriu olhou pra mim, disse que ainda tinha mais. Foi descendo me beijando, me lambendo, me chupando, até chegar entre minhas pernas, se alojar ali, abre minhas pernas, começar a passar aquela língua na minha vagina, em toda sua extensão começando de baixo e subindo.

                                                 Fernanda Tahann

Meninas se vocês quiserem ler o conto na íntegra digite no google Wattpad da Fernanda Tahann e você vai encontrar vários livros para baixar de graça

quarta-feira, 7 de março de 2018

ME DESCOBRI AMANTE - Capítulo II

Ao chegar em casa me joguei na cama, me recriminei milhares de vezes por ser tão idiota, por acreditar. Essa não era a primeira vez que isso acontecia, já tinha me apaixonado outras vezes, por um tempo era perfeito, depois vinham os problemas, as mentiras, as traições, era um descobri que sonhei sozinha, que para a outra eu era a grande aventura de um relacionamento em crise, outras vezes eu era só a fantasia de namorar outra mulher, e quando essas histórias deixavam de ser interessante eu quase sempre era a parte descartada. O problema é que dessa vez eu fiz tudo certo, esperei o tempo dela, fui me apaixonando devagar, deixei ela entrar sem nenhuma reserva, se brincar devo ter sonhado com uma casa, um cachorro, e uma cama onde duas mulheres dormiria de conchinha a vida inteira. ERA MESMO UMA TOLA.

Se ela sentiu minha falta naquela cama não foi o suficiente para que me ligasse, porque já era cinco da manhã e nenhum sinal de vida, só meus olhos que insistiam em transformar em lágrimas a certeza de uma vida solitária, onde será que guardaria meu sonho do pra sempre, onde não existia príncipe, muito menos castelo, existia uma casinha com jardim, uma mulher que aos meus olhos era perfeita tomando café numa caneca recostada no umbral da porta enquanto eu cuidava das plantas, o que fazer? Viver de aventuras? Meu coração não era assim.

A vida segue, então levantei da cama, tomei um longo banho, lavei o rosto com água gelada para disfarçar o choro, fiz café, coloquei na caneca, fui  para o alpendre da casa, sentei nos degraus, olhei para aquele jardim que sempre seria só meu. Fiquei um pouquinho ali, sair porque as lágrimas estavam vindo, e não era lágrimas só por ela, eram lágrimas pela solidão de vê esse mundo gay tão  cheio de mentiras, por me saber sozinha. 

Troquei de roupa, fui para o trabalho, nem me dei o trabalho de olhar o celular. O dia se arrastou, principalmente porque eu e ela passávamos o dia inteiro trocando mensagens e hoje só o silêncio me acompanhou, não quis vê nada, ele ficou o dia inteiro na bolsa. Foi um tal de fingi que estava tudo bem, um sorri de piadas sem graça, uma vontade de sumi.

Fui pra casa como o mundo nas costas, entrei pelo jardim que não me encantou, fui andando tão distraída que não vi uma mulher sentada no banco, desses que balançam, ela estava tão quieta que quando ela se levantou quase me matou de susto, dei um passo atrás, quase cair, ela correu, me amparou, me envolveu num abraço desajeitado, meu coração foi envolvido por aquela nuvem rosa de vontade de me deixar levar.

- Desculpe, eu não queria te assustar. Ela pede.

- O que você está fazendo aqui? Pergunto tentando conter a vontade de esmurrá-la.

- Quero saber o que está acontecendo? Ela fala conciliadora

- Você ainda quer saber? Respondo com raiva.

- A gente pode entrar?

Entramos em casa, silêncio, eu não quero falar, ela parece não saber o que dizer.

- Quer um café, água, suco, quer alguma coisa? Ofereço

- Quero conversar com você?

- Sei tudo que você vai me dizer é definitivamente não quero saber o porque de você agir assim.

Estava preparada pra tudo, menos para vê-la desabando no sofá com as mãos no rosto chorando, por segundos ainda resistir, mas lá fui eu abraçá-la, lá fui eu sucumbi a vontade de vê-la sempre bem. Abracei, deixei ela soluçar no meu ombro, acho que também deixei as lágrimas cairem silenciosas, abraçando, embalando aquela mulher que parecia tão ferida quanto eu.

- Tudo vai ficar bem. Repetia pra ela, pra mim.

Fui secando aquele rosto primeiro com as mãos, depois com pequenos beijos, só fui, só quis me despedir, quis experimentar novamente aquele prazer tão intenso de tê-la.

Então fui deixando me levar por aquela mãos, por aquele corpo que parecia tão frágil, por aquele perfume que me fazia querer morar nela. Pareceu que ouvi lá longe um fica comigo, o abraço dela pareceu tão deseperador, pareceu se agarrar a mim, eu não queria nunca mais ser aquela que sempre se fere, mas quis tanto tê-la mais uma vez.

Fui me deixando ser guiada por uma boca que beijava a minha com um carinho tão grande que doía. As mãos dela em mim, o desejo cada vez mais presente, fui indo, meu corpo agora estava sobre o dela naquele sofá, minha boca faminta encontrava uma fome muito maior nela.0

Sua lingua invadia minha boca, suas mãos me falavam de saudade, seus olhos me faziam promessas, mas já tinha ouvidos tantas, tantas e tão vazias. O desejo foi mais forte, só deixei aquela língua brincar com a minha, deixei ela lamber de mansinho minha boca, não teve como não sorrir porque acho estranho e faz cócegas. Ela olha, tentar confirmar o que o universo sabe.

Meu corpo estremece tal o prazer que seu toque causa em mim, ela tira minha blusa com facilidade, eu tiro a dela com um pouco de dificuldade, meus seios tocam o dele, fico arrepiada com o prazer desse toque, as mãos delas apertam minhas costas, seu quadril dança sobre o dela.

Nossas bocas se consumem, desço beijando seu pescoço, me deliciando o com cheiro que ela tem, beijo seus seios, sugo um depois ou outro, ela aperta ainda mais minha cabeça ao encontro deles. Tiro sua calça, sua calcinha, a deixo nua, tiro minha roupa, abraço aquela mulher agora nua, nossas pernas se enroscam, se molham, são só um reflexo do desejo que temos uma pela outra.

Minha mão desce, brinco entre suas pernas, insinuo que vou, mas paro, quero muito dá prazer a ela. Ela pega a minha mão e me guia até aquele triângulo perfeito.

- Eu quero, por favor. Ouço ela me pedir de olhos fechados

Tudo ali estava quente, molhado, eu quis, ela geme, move o quadril ao encontro da minha mão. Nesse transe de desejo ela parece acordar. Sinto sua mão procurar por meu prazer, quando ela me toca sei que quero, quase morro de prazer quando seu dedo brinca com meu clitóris, ficamos assim nos tocando até que o gozo veio, ficamos abraçadas até que nossos corpos se acalmaram.

                                 Fernanda Tahann

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ME DESCOBRI AMANTE - Capítulo I

Foi numa segunda feira, numa fila de banco. Não foi nada romântico, a fila estava enorme, então um mulher que fez o tempo parar virou pra mim, me pediu para guardar seu lugar porque precisava resolver qualquer coisa em outro lugar, o engraçado era que só consegui vê seus olhos, lembro que a achei linda. Quando ela voltou a fila tinha andado tão pouco, então ela sorriu me agradecendo, fiquei encantada, mas tímida demais pra iniciar uma conversa, ela falava por nós duas. Ela bateu um papo animado com ela mesma, porque eu sorria, dizia sim, não. Naquela história acho que ficamos umas duas horas, sei que terminamos trocando contato. E tuso acabou com um aceno.
Ela se foi, mas o cheiro, o sorriso, o jeitinho dela falar continuou comigo durante algum tempo.
Eu não liguei, ela não ligou, aquela sensação que experimentei naquela fila entrou para o mundo dos sonhos, o problema é que o destino determina, brinca, ele brincou.
Estava perambulando no shoping distraída quando dou um encontram em outra mulher, quando me refaço do susto e quando vou pedir desculpa era ela que estava diante de mim. Veio um sorriso, meu coração pulando, não era possível deixar tudo aquilo escorrer pelo ralo da vida, então a convidei para um chope, quando o primeiro chope acabou parecia que sentia seu toque a cada olhar, dois chope e queria aquela mulher dentro de mim.
Ninguém falou nada sobre paixão, mas era possível vê que o universo estava diferente.
Na hora da despedida nada de beijos, só um abraço longo, daquele que a gente não quer que acabe, o cheiro dela agora ficou em mim.
A meia noite quando ainda pensava nela, quando ela ainda não tinha se transformado em sonho a mensagem chega. "Estranho, mas penso em você". Escrevi mil mensagens não enviadas, até que escrevi: "eu também penso", hoje vendo tudo sei que foi uma mensagem boba. A partir daí foram tantas conversas onde o centro era nós, nunca perguntei nada sobre ela, nem ela sobre mim, eu me apaixonei por ela conversando, conhecendo, me deixando conhecer, foram tantas conversas, tanto medo de rejeição.
Um dia o convite:
- Vem jantar aqui na sexta?
Mil perguntas, mil e um desejos, um corpo que grita por ela.
- Sim
Era uma terça, nunca uma sexta demorou tanto a chegar. Quando ela finalmente chegou cuidei do meu corpo, cabelos, uma infindável escolha de roupa, um perfume que queria que ela sentisse em mim.
Quando cheguei a casa dela, minhas pernas estavam tremendo, meu coração chegou antes de mim.
Um sorriso, um abraço desajeitado, uma taça de vinho que nem senti o gosto, Baco foi nos relaxando, agora ninguém disfarçava o desejo, agora o toque era prolongado, agora nossos olhos não mais fugiam, agora era só tomar coragem.
Ela foi chegando e eu fui indo, tinha consciência que o amor que já estava acontecendo há tanto tempo agora se concretizaria.
A música, o vinho, a mulher por quem estava apaixonada foi vindo e o riso invade o meu coração. Me aproximo mais, sinto aquele perfume que vem dela, sem ter controle algum toco, sinto a maciez da sua pele, o beijo vem longo intenso carregado de um desejo incontido.
Ela foi me conduzindo até seu quarto, caímos sobre a cama, minhas mãos tiram suas roupas, sou despida também, abraçá-la semi nua, me fez querer morar ali, fazer minha casa no seu coração.
Naquele mar desejo percorro seu corpo com minha boca em busca das partes do seu corpo que estão sedentas, molhadas como eu estou.
A respiração dela está cada vez mais ofegante
Tiro a última peça de roupa que restou, posso senti sua urgência quando seu quadril se aperta contra o meu.
Suas mãos apertam minha cabeça ao encontro do seu corpo, que se contorce ao meu toque, seus gemidos despertam ainda mais meu desejo, ninguém fala nada, não era preciso, só o desejo era urgente.
Abandono aquela boca perfeita pra mim, desco beijando seu pescoço, seus seios (agora só penso nisso), sua barriga e sinto aquele cheiro inebriante que vem da sua fonte de prazer
Volto e beijo sua boca que está seca de vontade, toco entre tuas pernas e ela está molhada e pronta pra mim, que de olhos fechados se contorce de prazer ao sentir minha mãos nesse centro de prazer.
Quero beber esse líquido, quero me lambuzar no seu prazer. Ela abre as pernas e pede, pede o prazer da minha língua, deixo ela me senti perto, senti minha respiração entre suas pernas. Meus dedos a tocam, ela levanta seu ventre tentando encontrar minha boca, minha língua. Quero q ela lembre desse desejo, então me nego a ela, a enlouqueço, até ouví-la me pedindo:
- Por favor, eu preciso
Com um gemido de satisfação por vê-la assim, entregue coloco minha língua nela que grita de prazer, treme, geme. Geme, geme, geme muito e me sinto tão sua dona. Sinto teu gozo chegando e bebo cada gotinha dele
Ela me abraça, seus olhos fazem promessas de felicidade sem uma única palavras, parecia que as palavras podiam estragar um momento perfeito
Pouco depois ela toma meu lugar, faz com que sinta todo o prazer que ela é capaz de me dá.
Depois do amor dormimos nua nos braços uma da outra. No meio da madrugada acordo sem saber muito onde estou, lembro de tudo, principalmente sinto aquele abraço perfeito dela. Sorrindo saio da cama devagar, vou ao banheiro e foi ali que tudo aconteceu, não ter como não vê, duas escovas, creme de barbear, duas toalhas, o barbeador elétrico repousando ao lado do secador, fui olhando tudo, vendo que ela no mínimo tinha um namorado muito sério, então sair daquele banheiro, fui catando minhas roupas, deixando caquinhos do meu coração espalhado naquele quarto e fui embora.

                                        Fernanda Tahann

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COLEGAS DE TRABALHO - Capítulo I

Trabalhamos juntas há algum tempo, mas desde o instante que meus olhos encontraram os seus sei que acontece alguma coisa entre nós, sei que desperto algo, quando vejo os olhos dela até parece que há desejo ali. O problema é que nem eu é muito menos ela parece ter coragem de dá o segundo passo. Nesse jogo em que ninguém parece querer jogar parece haver uma paixão difícil de controlar.

Trabalhamos, saímos em grupo, parece haver um imã entre nós que faz com que estejamos sempre nos tocando. Hoje olhando para o passado acho que nenhuma de de nós duas tinha consciência disso. Com o tempo não sei no que nos transformamos, não éramos amigas, mas existia um sentimento enorme.

As vezes sem perceber trocávamos longo olhares cheio de uma paixão que me assustava tal a intensidade dentro do meu coração.

Numa tarde qualquer resolvi tomar a iniciativa e a convidei meio sem jeito com o coração nas mãos para vê um filme lá em casa, estava morrendo de medo dela dizer "não posso". Mas ao contrário do que esperava ela sorriu, me deu aquele meio sorriso lindo, me disse sim.

Claro que não sei fazer grandes pratos, mas aquele dia foi especial, então fui aprender a cozinhar no google.

Na hora marcada ela chega linda, cheirosa, tão mulher. Me desmonto inteira, não sei o que fazer comigo, me sinto insegura, mas toda feliz com um sorriso meio idiota de que está diante do sonho.

O famoso jantar começa, estou nervosa, parece que ela também, são tantos sinais de paixão incontida, quase posso sentir seu toque sem que ele ao menos aconteça. É incrivel como gosto de senti o olhar dela no meu. Em alguns momento parece que seus olhos me deixam nua (será que a olho com tanta fome também?).

Vamos pra sala, ligo a tv, encontro um filme que parece ser bom, começamos a assistir, sirvo novamente sua taça, cada uma de nós sentada numa ponta do sofá, eu estou toda travada, ela com a timidez característica de quem está diante do desconhecido. O vinho vai nos relaxando, nossos corpos já não estão tão tenso, já não estamos tão longe, nossas mãos estão a centímetros de distância. Minha mão tocou a dela, nossos olhares se encontraram, nossas bocas agora estavam a cada segundo mais próximas, então o beijo aconteceu.

Eu mergulhei naquela mulher linda ao olhos do meu amor, abracei aquele corpo tão desejado, apertei ao encontro do meu, sabe a sensação de está voltando pra casa após uma longa ausência, foi assim que me senti

O cheiro dela é tão bom, está abraçado ao seu corpo era qualquer coisa de perfeição, seu toque era maravilhoso, tudo naquela mulher despertava meu desejo, minha vontade de ser dela e fazê-la minha.

Tê-la presa junto ao meu corpo me deixa tão excitada, nossas bocas se encontram. A língua dela me invade, me explora. Aperto com desepero seu corpo a encontro do meu, puxo seu cangote, quero ainda mais aquela boca dentro de minha.

Começamos a tirar nossas roupas ainda na sala, era uma tal de briga com botões, só sei que foi perfeito senti a pele dela ao encontro da minha. O gosto daquela pele me enlouquecia, lambi seu pescoço, encostei ela na parede, pressionei meu ventre ao encontro do dela, sem nem perceber coloquei minha pernas entre as dela. Pego sua perna, levanto um pouco pra facilitar ainda mais nosso contato, acho que enlouqueço, dou leves mordidas na sua orelha, ela geme. Suas mãos desabotoam minha calça, ela me empurra, vamos para o quarto. Nua nos entregamos ao prazer de ter e pertencer.

As mãos dela percorrem todo meu corpo, é um passeio cheio de uma língua úmida que parece querer conhecer, me devorar, senti o sabor de cada poro de minha pele.

Parece que quanto mais a desejo, mais a tenho. Começamos um jogo erótico, que me faz estremecer de prazer, entre beijos, caricias e um emaranhado de desejo.

Não sei direito o que estou fazendo só sei que quero aquela mulher, entao sigo sentindo o delírio deste prazer desconhecido. Será por que é tão diferente com ela? Por um instante meu coração congela com medo da resposta.

A deito suavemente na cama, fico sobre ela, desço beijando seu pescoço, seu colo, chego nos teus seios, beijo um depois o outro, sugo, dou leve mordidas e ela geme, se abre, pede. Suas mãos me apertam, ela se abre nossas vagina se tocam, mas esse toque é insatisfatorio, quero penetrar, ser penetrada por ela.

Ela toca entre minhas pernas, estou molhada, pronta pra ela, retribuo esse toque, ela também me deseja, continuamos nos tocando, até que o prazer está no limite, então abrimos nossas pernas e nos encaixamos, ficamos roçando nossas bucetas, queria pernetrar aquela mulher, ficamos nessa dança de quadris, nossos gemidos são a música do nosso prazer. Gozamos gostoso juntas, caímos cansada nos braços uma da outra, nossas bocas se encontram num beijo de amor, de carinho. Sinto só a paz que o amor dá.

                                       Fernanda Tahann

O conto na íntegra está em um livro no Wattpad da Fernanda Tahann chamado CONTOS DE AMOR, e você pode baixar de graça

segunda-feira, 5 de março de 2018

O SEGREDO QUE DÓI - Capítulo I

Ando pela casa, ligo a tv não consigo me concentrar em nada, desligo, pego um livro tento lê afinal gosto tanto, nada. Começo a viajar na Internet, mas até parece existir algum lugar um registro de nossas preferência porque pra todo lugar que viro tem fotos dela, fotos de momentos felizes e em nenhuma delas sou eu ao lado dela, largo o celular.

Vou para o quarto, me dispo, fico embaixo da que jato de água um tempão, torcendo pra que a água relaxe meus músculos e me faça dormi. Troco de roupa, me jogo naquela cama, mas tudo que faço é ficar rolando na cama, me mordendo de ciúme, imaginando tudo que pode está acontecendo entre ela e ele. Me perguntando como posso ter me metido nisso.

Sou um mulher de "juízo" por assim dizer, demorei pra me assumi, mas quando o fiz, fiz com segurança, a partir de então namorei algumas mulheres, mas sempre mulheres livres. Muitas mulheres casadas especialmente as casada com homens já se insinuaram pra mim, em muitas ocasiões até pensei em ir em frente, mas sei do perigo de uma relação com essa traz. Sempre evitei esse tipo de aventura, mas nesse caso quando dei por mim já tinha sido engolida pelo furacão de emoções que hoje só dói.

Tudo começou, eu não sei como tudo começou, só sei que quando ela entrou porta a dentro da sala em que trabalho dizendo que trabalharia ali. Levantei os olhos pra identificar a doida que entrava na sala falando alto, interrompendo a concentração de todo mundo. Então eu só vi sorriso dela, vi seus cabelos negros brilhantes, vi aquele ar desprotegido sob a capa de segurança, tudo que eu quis naquele momento protegê-la, cuidar, dá colo, pegá-la pra mim. Lembro que sorri pensando: você está carente dona Maria, voltei minha atenção para o trabalho.

Todos os dias quando saía de casa já vinha pensando em vê-la, quando eu chega e ela estava ali era invadida por uma paz, por uma alegria tão diferente, tão nova pra mim. Fomos nos conhecendo, ela me olhando de um jeito diferente, sempre tentando se aproximar, eu sempre permitindo esse contato. Passamos a almoçar todos os dias juntas, íamos para a parada de ônibus juntas.

Lembro com uma riqueza de detalhes que o beijo dela na hora da despedida era sempre acompanhado de um breve, quase descuidado abraço. Quantas vezes não a surpreendi me olhando, fui sabendo coisas dela, fui me deixando conhecer. Um dia me toquei que estava tão envolvida, se fosse sincera comigo diria que estava apaixonada.

Lembro que o primeiro beijo aconteceu no banheiro do trabalho. Lembro que foi intenso, faminto, acho que se tivessemos tempo teríamos feito amor ali mesmo, tal era o desejo que nos consumia.

O estranho era que sempre que te convidava pra fazer qualquer coisa a noite ela nunca podia, tentei, fui paciente até porque ela me disse que nunca tinha se envolvido com nenhuma mulher, pensei: vou devagar.

Um belo dia ela me surpreende se oferecendo pra passar o domingo comigo, imagina minha felicidade. No domingo arrumei a casa inteira, tentei deixar tudo pronto pra não perdêssemos tempo com nada, tudo que queria era mergulhar naquela mulher que povoava meus pensamentos.

Ela chegou, linda, cheirosa, toda nervosa. Eu ingênua imaginei que era pelo que ia acontecer. Conversamos sobre qualquer coisa. Bebemos nem lembro o que, ele foi se acalmando, fui me aproximando, acho que só precisei tocar sua mãos, ela veio pra cima de mim como uma fome assustadora e ao mesmo tempo maravilhosa, parei o beijo delicadamente.

Eu não podia deixar as coisas acontecerem assim, eu queria fazer amor com aquela mulher, queria ficar gravada naquele corpo.

Levantei, peguei sua mão, a levei docemante pro quarto, lá chegando, comecei a beijá-la com suavidade e fui levando aquela mulher que queria tantopara a cama, fui deixando nossos corpos cairem.

                                        Fernanda Tahann

Meninas publico o próximo capítulo na quarta, muito obrigada por ler. Se vc quiser ler o livro é só digitar FERNANDA TAHANN WATTPAD  e vc vai encontrar vários livros disponíveis para vc baixar de graça.

sábado, 14 de outubro de 2017

CASA DE MADRINHA - Conto Erótico

Era uma noite como tantas, estava num barzinho chamado Casa de Madrinha não me pergunte o por que do nome porque não sei. É todo rústico, parece casa de fazenda antiga forno de barro, bule, máquina de costura, é um amontoado de informação que o faz ficar aconchegante com cara da infância, da casa de vó.

Moro numa cidadezinha no interior do Maranhão, sabe aquela cidade onde todo mundo conhece todo mundo, fala mal de todo mundo? Pois é moro numa cidade assim.

Lá também morava uma linda mulher chamada Isabel, ela não tinha aquela beleza de parar o trânsito, tinha uma beleza única, baixinha, um corpo lindo, muito mais velha que eu, o que a tornava ainda mais interessante aos meus olhos, afinal nunca gostei de mulheres mais novas mesmos.

Seja lá onde a gente se encontrasse ficava aquele clima estranho, aquela vontade de não sei o quê. A conversa parecia ter milhares de mensagens escondidas, cifradas. As cores do dia, da noite tudo mudava quando ela estava perto. 

Sabe aqueles olhares furtivos, aqueles que você olha com medo de ser flagrada, quando tínhamos oportunidade conversamos, era uma troca de olhares aqui, um toque acolá, mas ninguém tinha coragem de ir além, porque se alguém siquer suspeitasse de algo entre nós seríamos motivo de chacota para o resto das nossas vidas, então era tudo muito sutil, muito discreto. Se é que era alguma coisa, podia ser só fantasia da minha cabeça.

Não tinha coragem nem de pedi o contato dela, apesar de já ter ligado inúmeras vezes no fixo da casa dela só pra ouvi sua voz, bobagem né? Mas não tinha coragem de chegar, encantar, me encantar, então me contentava com essas bobagens. 

Nessa noite na Casa de Madrinha a noite transcorria normalmente, muitas cervejas, muita falação, até que lá pelas tantas ela chega com um grupo de amigos, o interessante é como nosso coração reconhece quem quer, porque meu coração disparou no momento que ela entrou naquele bar, sem mesmo vê-la. Ao senti sua presença o ar ficou mais leve, meu corpo entrou em alerta. Acho que era capaz de dizer qualquer movimento que ela fazia. Algum tempo depois ela foi até a nossa mesa, nos cumprimentou, até hoje sinto aquele cheiro até hoje, como gosto daquele cheiro.

Ela chegou perto, beijou meu rosto, ficou tão perto. Tentei disfarçar de todo jeito, mas aquele contato tão ingênuo, tão simples despertou um desejo tão grande tudo que queria era ter mergulhado naquele corpo. Queria cheirar, lamber, comer, tocar, de algum jeito tê-la, fazê-la minha.

A noite seguia, alguém a convidou pra sentasse um pouco com a gente. Providencialmente tinha uma cadeira vazia ao meu lado, ela sentou, conversou com todo, nenhuma atenção especial a mim, exceto sua perna que as vezes roçava discretamente na minha. Não sei como mas começamos a falar sobre medo, terminei falando do meu medo de ficar sozinha em casa, de como os pequenos barulhos, as sombras, tudo me assustava, e o pior é que passaria o final de semana sozinha já que meus pais tinham ido viajar. 

Conversa vai, conversa vem, de repente sou convidada para dormir na casa dela, pelo menos naquela noite não sentiria medo pois eu teria um gatinho para me proteger, gargalhadas, todo mundo me gozando. A partir do momento que aceitei o convite pareceu que o tempo parou, ou não passava, porque estava ansiosa, com medo, mas certa que naquela noite muita coisa mudaria.

Ela voltou pra mesa dos amigos dela, fiquei com os meus tentando aparentar uma normalidade que estava longe de senti. As vezes olhava pra ela, ficava observando a mulher segura, elegante, linda que ela era. Parava de olhar rapidamente com medo dos olhares em volta.

Na madrugada sinto uma mão no meu ombro avisando que se quiser ir dormir mesmo ela já estava indo. Meus olhos por breve segundos se encontraram com os delas e ali estava a promessa, o pedido: VEM! 

Me despedi das pessoas, como tinha vindo de carona com a Julia, fui com ela aproveitei e fui com ela. Lembro dela abrindo a porta com cuidado, de entramos de ponta de pé por aquele corredor que parecia interminável. Lembro de entrar naquele quarto, ainda sou capaz de descrever cada detalhe dele, os móveis tradicionais em madeira crua, o piso antigo, a cama enorme que dominava o quarto inteiro e me dominou também. 

Fiquei sem graça, não sabia o que fazer comigo. Estava muito nervosa, não sabia o que fazer para que ela não ouvisse as batidas do meu coração porque parecia que ele era capaz de acordar o mundo tal a força do seu pulsar. Ela tão tranquila, tão experiente, parecia receber mulheres naquele quarto sempre, e eu, bom pra mim ela era unica, era a primeira. Ela me ofereceu cerveja, conversava como se fossemos velhas amigas, abriu aquele guarda roupa, me ofereceu toalha, roupa de dormir.  

Fui ao banheiro, tomei banho, ela colocou um arsenal de cheiro a minha disposição, graças a Deus por ser mulher e como tal carregar quase tudo na bolsa. Tomei banho, me perfumei inteira, voltei para o quarto. Ela falou qualquer coisa, foi para o banheiro.

De repente fiquei como medo da minha falta de experiência. E agora? Fui para aquela cama enorme, que hoje me pergunto se a veria tão grande hoje. Fiquei naquela cama sem saber muito o que fazer, a mulher que desejava tanto, que povoava meus pensamentos e muitas vezes meus sonhos estava ali, aparentemente entregue, ou no mínimo desejando.


Deitei, me cobrir inteira, ela estava toda relaxada, talvez porque pra ela eu era apenas outra mulher que ela trazia para aquele quarto na madrugada, mas pra mim ela seria a minha primeira, a primeira com quem iria até o fim, a primeira que amaria

Começamos a conversar, não sei em que momento ela se aproximou de mim, quando aquela mão tocou minha perna, quando meu corpo sentiu o choque daquele toque, quando meus olhos se encontraram com os dela, soube que seria ela, que meu coração ficaria ali. 

Quando me toquei ela estava tão junto, aquela boca tão desejada ali, podia senti seu hálito, seu perfume, e eu sem que houve qualquer contato físico além daquela mão, estava tão excitada, parecia que um rio saia de mim. Acho que ela sentiu o cheiro, sentiu meu corpo trêmulo, porque ela veio tranquila, dona da situação, me abraçou, o beijo veio intenso, as mãos apressadas, a vontade de sentí-la nua tocando meu corpo nu.

Ela foi me conduzindo, beijando, apertando, me trazendo cada vez mais pra ela, aquela boca, sussurando que me achava linda, que me desejava. Aquela língua que entrava na minha orelha, que mordia de leve, que passeava suavemente no meu pescoço, no meu colo. Aquela perna que entrou entre as minhas e ali ficou como se ali fosse a sua casa. 

- Eu nunca fiz isso. Ainda tentei dizer, mas fui silenciada por uma boca faminta que pedia, que queria tudo.

A língua dela passeando pelo meu corpo, eu respondendo a cada toque, aquelas mãos delicadas me tocando, arrancando gemidos, deixei meu instinto agir, comecei a beijar o colo dela, sugar um seio depois o outro, seios que pra mim eram perfeitos.

Desci para sua barriga, subi e comi aquela boca tal minha fome, deixei minha mão se insinuar entre suas pernas, cheguei ali, brinquei, vi o desejo, ouvi os gemidos, vi o ventre dela vim de encontro a mim buscando meu toque, então entrei naquele lugar quente, macio, molhado e ela gemeu, se contorceu, pediu mais.

Ela movimentava seu quadril ao encontro da minha mão, ela se abre, se oferece, pede, eu apesar do desejo, estava com medo de fazer alguma coisa e estragar tudo. Tento me concentrar nela, continuo tocando-a com suavidade, seus gemidos agora são uma prova que o gozo está chegando. E ele vem, fazendo o corpo dela tremer, brilhar, ser meus por breves, preciosos momentos. 

Ela me puxa pra seu colo, me abraça muito, sorri, sussura que vi me matar de prazer, mais isso eu deixo pra amanhã.

Fernanda Tahann 

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

PEDE PIZZA


De calcinha, me distraio ouvindo uma música qualquer no rádio, tomando uma cerveja, e na minha cabeça tendo a certeza que um dia seremos todas cozidas nesse calor de rachar que faz aqui. Como sei que a mulher maravilhosa que tenho adora milho vou fazer milho com arroz, grelhar bife, saladinha, depois vou cobrar tudo isso na cama, penso sorrindo.

Ela chega me abraça por trás, dá pequenos beijos no meu pescoço, suas mãos impacientes puxam meu corpo ao encontro do seu, minha pantera se move silenciosamente que hoje quando mãos me abraçam quase não me surpreendo, porque são sempre aquelas mãos que despertam tanto desejos.

É um desejo que não passa, porque moramos juntas há 3 anos e é sempre tão perfeito nossos reencontros depois de um dia de trabalho.

Ela é melhor que qualquer sonho de amor que possa ter tido, e olha quando ela apareceu estava quase desistindo dessa história de construir uma história com outras mulher, porque quase todas que conheci era tudo tão inseguro, cheio de mentiras, cheio de desencanto, mas com ela tudo foi e é assim fácil, claro que brigamos, mas sei dos defeitos, e meu amor a faz perdoá-la, o amor a faz me perdoar, então seguimos um caminho nossos.

Ela é uma companheira tão cheia de carinho, de amor e com um poder impressionante de tornar nossa vida feliz.

Largo tudo na pia, me viro, recebo aquela mulher minha com meu mais belo sorriso, em ocasiões assim em que a gente ficou o dia inteiro longe sempre sinto o impacto daqueles olhos que falam de amir, de saudade, depois de alguns segundos pedidas em seus olhos, vejo a boca dela se aproximando e recebo um beijo cheio de saudade.

- Saudade de você meu amor. Ela diz baixinho me abraçando.

- Eu também minha vida.

Ela abraçada comigo vai me conduzindo gentilmente para nosso ninho de amor, (riso) fingo que reclamo, mas adoro esse seu apetite por mim.

- O jantar mocinha.

- Quero saborear outra coisa amor.

Desisto de reclamar porque o desejo é nossa, e quero manter essa baixao acessa, não quero transformar nosso amor numa relação de amizade, coisa tão comum de acontecer no universo de duas mulheres.

Pelo caminho ela começa a tirar minha roupa, nesse desejo urgente que nos une. Ela diferente do esperava me leva para o banheiro, sorrindo penso que tenho uma mulher "esperta". No banheiro tomando um banho cheio de beijos, risos e tantas promessas todos os dias renovadas em gestos de carinhos, em olhares, em cuidados que cercam nosso relacionamento.

Ela cheia de carinho seca meu corpo, mas há um parte de mim impossível de ser seca se ela não satisfazer sua mulher. Vamos pra cama
Olho pra seu corpo tão pequeno, absolutamente lindo, aquele corpo suave que desperta tanto desejo, que me faz querer sempre satisfazê-la, fazê-la minha. Pra completar ela tem aqueles seios que adoro beijar sugar, de tê-los em minhas mãos

Ela se aproxima dizendo que sentiu minha falta e cobre minha boca com a sua, sinto tua língua explorando minha boca. Seu corpo sobre meu corpo, tua pele incendiando a minha

Meus braços apertam seu corpo sobre o meu, nossos ventre se procuram em busca de um prazer tão nosso, ela beija meu colo, suas mãos, percorrem meu corpo, sua boca segue um caminho tão conhecido.

Adoro quando ela passa a língua bem devagar, de leve nos meus seios que ofereço, agora no auge do desejo sua boca quase come cada um deles.

Sintos seus beijos no meu ventre que se abre, se oferecendo, seus dedos me tocam, ele se assegura de como sua mulher a deseja e está entregue a ela. Meu corpo quase pede, meu ventre se move em direção da sua boca.

Sinto sua respiração, sinto a pontinha da tua língua úmida entrando naquele recanto de prazer que fica entre minhas pernas.

Deseperada pelo prazer que ela me dá minhas mãos pressionam sua cabeça ao meu encontro. É impossível controlar, o som dos meus gemidos invadem o quarto, peço por ela peço "por favor me faça tua mulher". Sinto tua língua, teus dedos sinto você dentro de mim.
Gozo, grito, gozo

Ela vem linda, tão certa do meu amor, recebo um monte de beijos, e mocinha agora é minha vez de te matar de prazer.

Beijos teu corpo, viro teu corpo, porque ela adora que eu beije suas costas e beijo com prazer, passo minha língua, ela geme, mexe teu quadril ao encontro do meu. Beijos, beijos, lambo, quero teu gozo

Meus dedos a tocam e constato que ela me quer, sinto seu mel nos meus dedos, mas quero lamber, sugar essa fonte que adoro. Enfio minha língua nela que geme, fala alguma coisa que não sou capaz de entender, porque adoro esse cheiro, esse teu sabor

Te saboreio, ela grita e oferece seu ventre a minha boca, tuas mãos impacientes pressionam minha cabeça. Ela geme, pede, promete, goza lindamente e eu bebo cada gotinha desse vinho de amor que você me dá. 

Vou ao teu encontro, ela abre os olhos, sorri pra mim, e há tanto amor entre nesse olhar que tenho vontade de chorar de felicidade, não precisamos de palavra, ela e eu sabemos que nossas vidas estão ligadas, segue-se beijos, abraços, e um "estou com fome", então seguimos pra cozinha saciar mais um desejo.

#Meninas sinceramente peço que Deus nos permita viver o sonho de amor. Que a mulher capaz de nos amar, nos fazer felizes apareça e faça da nossa vida cheia de amor

                                                   Fernanda Tahann