domingo, 25 de março de 2018

Obrigada


Seu amor fez de mim uma pessoa feliz, e sempre serei eternamente grata por isso.
Me ensinou a amar, a cuidar, a ser menos egoísta
Ao teu lado aprendi que amar é um eterno pedir perdão, um eterno perdoar.
Me mostrou que a vida, apesar dos erros, das dores pode ser ótima quando o amor está presente.
Com você vi que cama é boa antes, durante, mas a perfeição está no depois.
Com você fui concha, ninho.
Não guardo rancor, aprendi tantas coisas boas. Quanto as lembranças, só guardarei as boas
Meu coração queria que durasse um pouco mais, mas você decidiu partir.
Seja feliz, porque eu também serei.



terça-feira, 13 de março de 2018

AS VOLTAS QUE A VIDA DÁ

Hoje no meio da madrugada o telefone fixo tocou, achei até estranho porque hoje quase ninguém mais liga no fixo, pensei que devia ser importante, se não fosse, no mínimo era alguém que me conhece o suficiente para saber que tenho dificuldade pra dormir, então passo boa parte da noite lendo, escrevendo, sonhando com uma maravilhosa vida que não é minha.
Atendi, qual não foi minha supresa em ouvir aquela voz que em algum lugar do meu passado tinha o poder de fazer meu mundo congelar, de fazer cada parte do meu corpo responder ao seu som, conversamos, procurei saber da vida dela, falei da minha (riso) acho que até exagerei um pouco sobre como eu estava bem e feliz, aquela coisa de mulher traída que quer mostrar o que a outra perdeu, tive um prazer enorme nisso.
Acho que nunca disse que venho de uma família muito pobre, quando era criança lá em casa éramos sete e as vezes no almoço tinha três ovos para ser divido por todos, muitas vezes fui dormir sem saber se no outro dia teria comida, o bom foi que Deus me deu uma coisa chamada inteligência, não sou muita esperta qualquer pessoa com um papo mais elaborado me enrola, tenho o defeito de confiar, mas sou inteligente. Então aos trancos e barrancos estudei, comecei a trabalhar, ajudei todas as minhas irmãs e o importante é que vocês saibam que atualmente a situação é muito diferente.
Num cenário de início de carreira onde meu salário era fundamental na casa dos meus pais, só ficava com o dinheiro do aluguel e da comida, o resto mandava tudo pra casa, foi ai que quando conheci essa mulher que amei profundamente, mas era nítido a diferença social entre a gente, eu um patinho feio sem eira nem beira, ela linda aos meus olhos, charmosa, com uma família estruturada, cheia das etiquetas (riso).
Lembro que a primeira vez que fui jantar na casa dela meu coração estava tão apertado com medo de não saber como me portar, tinha tanto medo de tudo, mas meu coração estava inundado de amor por ela. 
Desde do início sabia que não daria certo, porque me sentia tão pequena, sem importância. Hoje sei que é possível acalmar uma mulher e mostrar que isso não tem a menor importância, sei hoje que talvez ela gostasse de mim assim, se sentisse segura com o meu medo, com minha desimportância. 
Quando descobrir que ela estava me traindo não tive nem coragem de lutar, parecia natural que ela me trocasse por outra melhor.
Lembro que terminei o relacionamento morrendo de chorar, soluçando mesmo.
Sair da cidade dela aos pedacinhos, trabalhei muito, estudei me formei num profissão X, tenho uma vida confortável, que fique claro que sou rica de sonhos, cresci como pessoa, fiz terapia, me livrei daquele sentimento ruim de achar que todo mundo é melhor que eu.
Escutei ela falar da vida dela, dos amores, da mágoa que ela estava sentindo porque a namorada a tinha traído, sorri intimamente, quis que ela pudesse vê a mim e a minha vida, quis que ela percebesse vê a nova mulher que sou. A mulher capaz de conquistar qualquer sonho, de amar e ser amada.
Quis intimamente que ela percebesse a mulher que ela teve tão inteiramente e que deixou passar.
Você pode está perguntando por que estou postando isso? É porque quero que você perceba se eu com o meu medo, minha origem consegui encontrar um equilíbrio quase feliz você também consegue. Que não tem ninguém mais importante que você, se alguém pensa diferente disso não merece sua amizade, muito menos seu amor.

Fernanda Tahann


sábado, 10 de março de 2018

COLEGAS DE TRABALHO - Capítulo II

Como ela nos meus bracos, me beijando, me olhando com os olhos tão cheio de amor constato que ela é o objeto da minha paixão, é por ela que meu corpo espera, com esse desejo e ardor que até dói quando não é saciado. Percebo que estou ali entregue, sendo sua mulher e fazendo dela minha MULHER.

Estava tão ansiosa para agradar, estava tão confusa, meu coração gritava de felicidade, meu corpo finalmente tinha se libertado. Cada beijo, cada carícia me deixava mais e mais feliz.

Queria tanto que fosse tão especial pra ela como estava sendo pra mim, não queria ser só mais uma na vida dela, porque desconfiava que ela já tinha tido o coração de muitas.
Como se lesse meus pensamentos ela pára beija minha boca, olha nos meus olhos, diz que me quer demais, que sou tão especial pra ela. Beija meu colo. Com a sua língua vai lambendo meu pescoço até chegar no meu ouvido, dá lambidas lentas, leves mordidas, eu me arrepio inteira, me abro, me ofereço, ela desce me beijando, meu quadril dança ao encontro do dela. Ela beija cada um dos meus seios, chupa um pouquinho um depois o outro, passa a língua lentamente. Eu pressiono sua cabeça ao encontro do meu corpo, agora sem controle estou completamente aberta, roço minha vagina na perna dela deseperada atrás desse prazer até agora desconhecido. Ela continua brincando com meus seios, mas agora sinto sua mãos entrando entre minha pernas, quase pulo tal o prazer desse toque. Ela não tenta me penetrar nem nada, acho que fiquei tensa, porque ela sussurou:

- Calma, "meu amor", paro no exato momento que você pedir, agora por favor me deixa te fazer minha, me deixa te amar.

Como se fosse possível parar, tudo que queria era me jogar, me dá, engoli, colocá-la dentro de mim. Ela beija minha boca uma infinidade de vezes, sua mão desce devagar, até chegar entre minhas pernas, ela brinca, me tortura, toca em uma perna, depois da outra, passa a mão lentamente no grande lábios. Minha respiração, sei lá se eu estava viva, só sentia esse toque. Ela continuava me beijando, meu quadril se move ao encontro daquela mão. Ela entra, me toca, eu paro de beijá-la fecho os olhos e viro pra sentir esse toque. Ela continua me tocando lentamente, bem de leve, meus gemidos agora são altos, minha respiração ofegante, acho que ela percebeu me gozo se aproximando, vira meu rosto, sussura, pede.

- "Amor", olha pra mim, me deixa vê, me deixa vê.

Deus sabe como tentei olhar pra ela, mas só sentia aquele dedo me tocando de maneira rápida, delicada quando uma onda, uns calafrios, umas contrações atingiram meu ventre e se espalharam pelo corpo. Tentei permanecer com os olhos abertos, mas devo ter fechado em algum momento. Depois de tudo aquilo só quis fechar minhas pernas ainda com a mão dela ali.

A vontade que tinha era beijar, beijar, morder, de literalmente comer aquela mulher. Ela deitou sobre mim, eu a abracei tanto, ela me beijou, sorriu olhou pra mim, disse que ainda tinha mais. Foi descendo me beijando, me lambendo, me chupando, até chegar entre minhas pernas, se alojar ali, abre minhas pernas, começar a passar aquela língua na minha vagina, em toda sua extensão começando de baixo e subindo.

                                                 Fernanda Tahann

Meninas se vocês quiserem ler o conto na íntegra digite no google Wattpad da Fernanda Tahann e você vai encontrar vários livros para baixar de graça

quarta-feira, 7 de março de 2018

ME DESCOBRI AMANTE - Capítulo II

Ao chegar em casa me joguei na cama, me recriminei milhares de vezes por ser tão idiota, por acreditar. Essa não era a primeira vez que isso acontecia, já tinha me apaixonado outras vezes, por um tempo era perfeito, depois vinham os problemas, as mentiras, as traições, era um descobri que sonhei sozinha, que para a outra eu era a grande aventura de um relacionamento em crise, outras vezes eu era só a fantasia de namorar outra mulher, e quando essas histórias deixavam de ser interessante eu quase sempre era a parte descartada. O problema é que dessa vez eu fiz tudo certo, esperei o tempo dela, fui me apaixonando devagar, deixei ela entrar sem nenhuma reserva, se brincar devo ter sonhado com uma casa, um cachorro, e uma cama onde duas mulheres dormiria de conchinha a vida inteira. ERA MESMO UMA TOLA.

Se ela sentiu minha falta naquela cama não foi o suficiente para que me ligasse, porque já era cinco da manhã e nenhum sinal de vida, só meus olhos que insistiam em transformar em lágrimas a certeza de uma vida solitária, onde será que guardaria meu sonho do pra sempre, onde não existia príncipe, muito menos castelo, existia uma casinha com jardim, uma mulher que aos meus olhos era perfeita tomando café numa caneca recostada no umbral da porta enquanto eu cuidava das plantas, o que fazer? Viver de aventuras? Meu coração não era assim.

A vida segue, então levantei da cama, tomei um longo banho, lavei o rosto com água gelada para disfarçar o choro, fiz café, coloquei na caneca, fui  para o alpendre da casa, sentei nos degraus, olhei para aquele jardim que sempre seria só meu. Fiquei um pouquinho ali, sair porque as lágrimas estavam vindo, e não era lágrimas só por ela, eram lágrimas pela solidão de vê esse mundo gay tão  cheio de mentiras, por me saber sozinha. 

Troquei de roupa, fui para o trabalho, nem me dei o trabalho de olhar o celular. O dia se arrastou, principalmente porque eu e ela passávamos o dia inteiro trocando mensagens e hoje só o silêncio me acompanhou, não quis vê nada, ele ficou o dia inteiro na bolsa. Foi um tal de fingi que estava tudo bem, um sorri de piadas sem graça, uma vontade de sumi.

Fui pra casa como o mundo nas costas, entrei pelo jardim que não me encantou, fui andando tão distraída que não vi uma mulher sentada no banco, desses que balançam, ela estava tão quieta que quando ela se levantou quase me matou de susto, dei um passo atrás, quase cair, ela correu, me amparou, me envolveu num abraço desajeitado, meu coração foi envolvido por aquela nuvem rosa de vontade de me deixar levar.

- Desculpe, eu não queria te assustar. Ela pede.

- O que você está fazendo aqui? Pergunto tentando conter a vontade de esmurrá-la.

- Quero saber o que está acontecendo? Ela fala conciliadora

- Você ainda quer saber? Respondo com raiva.

- A gente pode entrar?

Entramos em casa, silêncio, eu não quero falar, ela parece não saber o que dizer.

- Quer um café, água, suco, quer alguma coisa? Ofereço

- Quero conversar com você?

- Sei tudo que você vai me dizer é definitivamente não quero saber o porque de você agir assim.

Estava preparada pra tudo, menos para vê-la desabando no sofá com as mãos no rosto chorando, por segundos ainda resistir, mas lá fui eu abraçá-la, lá fui eu sucumbi a vontade de vê-la sempre bem. Abracei, deixei ela soluçar no meu ombro, acho que também deixei as lágrimas cairem silenciosas, abraçando, embalando aquela mulher que parecia tão ferida quanto eu.

- Tudo vai ficar bem. Repetia pra ela, pra mim.

Fui secando aquele rosto primeiro com as mãos, depois com pequenos beijos, só fui, só quis me despedir, quis experimentar novamente aquele prazer tão intenso de tê-la.

Então fui deixando me levar por aquela mãos, por aquele corpo que parecia tão frágil, por aquele perfume que me fazia querer morar nela. Pareceu que ouvi lá longe um fica comigo, o abraço dela pareceu tão deseperador, pareceu se agarrar a mim, eu não queria nunca mais ser aquela que sempre se fere, mas quis tanto tê-la mais uma vez.

Fui me deixando ser guiada por uma boca que beijava a minha com um carinho tão grande que doía. As mãos dela em mim, o desejo cada vez mais presente, fui indo, meu corpo agora estava sobre o dela naquele sofá, minha boca faminta encontrava uma fome muito maior nela.0

Sua lingua invadia minha boca, suas mãos me falavam de saudade, seus olhos me faziam promessas, mas já tinha ouvidos tantas, tantas e tão vazias. O desejo foi mais forte, só deixei aquela língua brincar com a minha, deixei ela lamber de mansinho minha boca, não teve como não sorrir porque acho estranho e faz cócegas. Ela olha, tentar confirmar o que o universo sabe.

Meu corpo estremece tal o prazer que seu toque causa em mim, ela tira minha blusa com facilidade, eu tiro a dela com um pouco de dificuldade, meus seios tocam o dele, fico arrepiada com o prazer desse toque, as mãos delas apertam minhas costas, seu quadril dança sobre o dela.

Nossas bocas se consumem, desço beijando seu pescoço, me deliciando o com cheiro que ela tem, beijo seus seios, sugo um depois ou outro, ela aperta ainda mais minha cabeça ao encontro deles. Tiro sua calça, sua calcinha, a deixo nua, tiro minha roupa, abraço aquela mulher agora nua, nossas pernas se enroscam, se molham, são só um reflexo do desejo que temos uma pela outra.

Minha mão desce, brinco entre suas pernas, insinuo que vou, mas paro, quero muito dá prazer a ela. Ela pega a minha mão e me guia até aquele triângulo perfeito.

- Eu quero, por favor. Ouço ela me pedir de olhos fechados

Tudo ali estava quente, molhado, eu quis, ela geme, move o quadril ao encontro da minha mão. Nesse transe de desejo ela parece acordar. Sinto sua mão procurar por meu prazer, quando ela me toca sei que quero, quase morro de prazer quando seu dedo brinca com meu clitóris, ficamos assim nos tocando até que o gozo veio, ficamos abraçadas até que nossos corpos se acalmaram.

                                 Fernanda Tahann

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ME DESCOBRI AMANTE - Capítulo I

Foi numa segunda feira, numa fila de banco. Não foi nada romântico, a fila estava enorme, então um mulher que fez o tempo parar virou pra mim, me pediu para guardar seu lugar porque precisava resolver qualquer coisa em outro lugar, o engraçado era que só consegui vê seus olhos, lembro que a achei linda. Quando ela voltou a fila tinha andado tão pouco, então ela sorriu me agradecendo, fiquei encantada, mas tímida demais pra iniciar uma conversa, ela falava por nós duas. Ela bateu um papo animado com ela mesma, porque eu sorria, dizia sim, não. Naquela história acho que ficamos umas duas horas, sei que terminamos trocando contato. E tuso acabou com um aceno.
Ela se foi, mas o cheiro, o sorriso, o jeitinho dela falar continuou comigo durante algum tempo.
Eu não liguei, ela não ligou, aquela sensação que experimentei naquela fila entrou para o mundo dos sonhos, o problema é que o destino determina, brinca, ele brincou.
Estava perambulando no shoping distraída quando dou um encontram em outra mulher, quando me refaço do susto e quando vou pedir desculpa era ela que estava diante de mim. Veio um sorriso, meu coração pulando, não era possível deixar tudo aquilo escorrer pelo ralo da vida, então a convidei para um chope, quando o primeiro chope acabou parecia que sentia seu toque a cada olhar, dois chope e queria aquela mulher dentro de mim.
Ninguém falou nada sobre paixão, mas era possível vê que o universo estava diferente.
Na hora da despedida nada de beijos, só um abraço longo, daquele que a gente não quer que acabe, o cheiro dela agora ficou em mim.
A meia noite quando ainda pensava nela, quando ela ainda não tinha se transformado em sonho a mensagem chega. "Estranho, mas penso em você". Escrevi mil mensagens não enviadas, até que escrevi: "eu também penso", hoje vendo tudo sei que foi uma mensagem boba. A partir daí foram tantas conversas onde o centro era nós, nunca perguntei nada sobre ela, nem ela sobre mim, eu me apaixonei por ela conversando, conhecendo, me deixando conhecer, foram tantas conversas, tanto medo de rejeição.
Um dia o convite:
- Vem jantar aqui na sexta?
Mil perguntas, mil e um desejos, um corpo que grita por ela.
- Sim
Era uma terça, nunca uma sexta demorou tanto a chegar. Quando ela finalmente chegou cuidei do meu corpo, cabelos, uma infindável escolha de roupa, um perfume que queria que ela sentisse em mim.
Quando cheguei a casa dela, minhas pernas estavam tremendo, meu coração chegou antes de mim.
Um sorriso, um abraço desajeitado, uma taça de vinho que nem senti o gosto, Baco foi nos relaxando, agora ninguém disfarçava o desejo, agora o toque era prolongado, agora nossos olhos não mais fugiam, agora era só tomar coragem.
Ela foi chegando e eu fui indo, tinha consciência que o amor que já estava acontecendo há tanto tempo agora se concretizaria.
A música, o vinho, a mulher por quem estava apaixonada foi vindo e o riso invade o meu coração. Me aproximo mais, sinto aquele perfume que vem dela, sem ter controle algum toco, sinto a maciez da sua pele, o beijo vem longo intenso carregado de um desejo incontido.
Ela foi me conduzindo até seu quarto, caímos sobre a cama, minhas mãos tiram suas roupas, sou despida também, abraçá-la semi nua, me fez querer morar ali, fazer minha casa no seu coração.
Naquele mar desejo percorro seu corpo com minha boca em busca das partes do seu corpo que estão sedentas, molhadas como eu estou.
A respiração dela está cada vez mais ofegante
Tiro a última peça de roupa que restou, posso senti sua urgência quando seu quadril se aperta contra o meu.
Suas mãos apertam minha cabeça ao encontro do seu corpo, que se contorce ao meu toque, seus gemidos despertam ainda mais meu desejo, ninguém fala nada, não era preciso, só o desejo era urgente.
Abandono aquela boca perfeita pra mim, desco beijando seu pescoço, seus seios (agora só penso nisso), sua barriga e sinto aquele cheiro inebriante que vem da sua fonte de prazer
Volto e beijo sua boca que está seca de vontade, toco entre tuas pernas e ela está molhada e pronta pra mim, que de olhos fechados se contorce de prazer ao sentir minha mãos nesse centro de prazer.
Quero beber esse líquido, quero me lambuzar no seu prazer. Ela abre as pernas e pede, pede o prazer da minha língua, deixo ela me senti perto, senti minha respiração entre suas pernas. Meus dedos a tocam, ela levanta seu ventre tentando encontrar minha boca, minha língua. Quero q ela lembre desse desejo, então me nego a ela, a enlouqueço, até ouví-la me pedindo:
- Por favor, eu preciso
Com um gemido de satisfação por vê-la assim, entregue coloco minha língua nela que grita de prazer, treme, geme. Geme, geme, geme muito e me sinto tão sua dona. Sinto teu gozo chegando e bebo cada gotinha dele
Ela me abraça, seus olhos fazem promessas de felicidade sem uma única palavras, parecia que as palavras podiam estragar um momento perfeito
Pouco depois ela toma meu lugar, faz com que sinta todo o prazer que ela é capaz de me dá.
Depois do amor dormimos nua nos braços uma da outra. No meio da madrugada acordo sem saber muito onde estou, lembro de tudo, principalmente sinto aquele abraço perfeito dela. Sorrindo saio da cama devagar, vou ao banheiro e foi ali que tudo aconteceu, não ter como não vê, duas escovas, creme de barbear, duas toalhas, o barbeador elétrico repousando ao lado do secador, fui olhando tudo, vendo que ela no mínimo tinha um namorado muito sério, então sair daquele banheiro, fui catando minhas roupas, deixando caquinhos do meu coração espalhado naquele quarto e fui embora.

                                        Fernanda Tahann

Se você quiser ler mais é só você procurar no Google o Wattpad da Fernanda Tahann, lá tem vários livros disponíveis para você baixar de graça.

COLEGAS DE TRABALHO - Capítulo I

Trabalhamos juntas há algum tempo, mas desde o instante que meus olhos encontraram os seus sei que acontece alguma coisa entre nós, sei que desperto algo, quando vejo os olhos dela até parece que há desejo ali. O problema é que nem eu é muito menos ela parece ter coragem de dá o segundo passo. Nesse jogo em que ninguém parece querer jogar parece haver uma paixão difícil de controlar.

Trabalhamos, saímos em grupo, parece haver um imã entre nós que faz com que estejamos sempre nos tocando. Hoje olhando para o passado acho que nenhuma de de nós duas tinha consciência disso. Com o tempo não sei no que nos transformamos, não éramos amigas, mas existia um sentimento enorme.

As vezes sem perceber trocávamos longo olhares cheio de uma paixão que me assustava tal a intensidade dentro do meu coração.

Numa tarde qualquer resolvi tomar a iniciativa e a convidei meio sem jeito com o coração nas mãos para vê um filme lá em casa, estava morrendo de medo dela dizer "não posso". Mas ao contrário do que esperava ela sorriu, me deu aquele meio sorriso lindo, me disse sim.

Claro que não sei fazer grandes pratos, mas aquele dia foi especial, então fui aprender a cozinhar no google.

Na hora marcada ela chega linda, cheirosa, tão mulher. Me desmonto inteira, não sei o que fazer comigo, me sinto insegura, mas toda feliz com um sorriso meio idiota de que está diante do sonho.

O famoso jantar começa, estou nervosa, parece que ela também, são tantos sinais de paixão incontida, quase posso sentir seu toque sem que ele ao menos aconteça. É incrivel como gosto de senti o olhar dela no meu. Em alguns momento parece que seus olhos me deixam nua (será que a olho com tanta fome também?).

Vamos pra sala, ligo a tv, encontro um filme que parece ser bom, começamos a assistir, sirvo novamente sua taça, cada uma de nós sentada numa ponta do sofá, eu estou toda travada, ela com a timidez característica de quem está diante do desconhecido. O vinho vai nos relaxando, nossos corpos já não estão tão tenso, já não estamos tão longe, nossas mãos estão a centímetros de distância. Minha mão tocou a dela, nossos olhares se encontraram, nossas bocas agora estavam a cada segundo mais próximas, então o beijo aconteceu.

Eu mergulhei naquela mulher linda ao olhos do meu amor, abracei aquele corpo tão desejado, apertei ao encontro do meu, sabe a sensação de está voltando pra casa após uma longa ausência, foi assim que me senti

O cheiro dela é tão bom, está abraçado ao seu corpo era qualquer coisa de perfeição, seu toque era maravilhoso, tudo naquela mulher despertava meu desejo, minha vontade de ser dela e fazê-la minha.

Tê-la presa junto ao meu corpo me deixa tão excitada, nossas bocas se encontram. A língua dela me invade, me explora. Aperto com desepero seu corpo a encontro do meu, puxo seu cangote, quero ainda mais aquela boca dentro de minha.

Começamos a tirar nossas roupas ainda na sala, era uma tal de briga com botões, só sei que foi perfeito senti a pele dela ao encontro da minha. O gosto daquela pele me enlouquecia, lambi seu pescoço, encostei ela na parede, pressionei meu ventre ao encontro do dela, sem nem perceber coloquei minha pernas entre as dela. Pego sua perna, levanto um pouco pra facilitar ainda mais nosso contato, acho que enlouqueço, dou leves mordidas na sua orelha, ela geme. Suas mãos desabotoam minha calça, ela me empurra, vamos para o quarto. Nua nos entregamos ao prazer de ter e pertencer.

As mãos dela percorrem todo meu corpo, é um passeio cheio de uma língua úmida que parece querer conhecer, me devorar, senti o sabor de cada poro de minha pele.

Parece que quanto mais a desejo, mais a tenho. Começamos um jogo erótico, que me faz estremecer de prazer, entre beijos, caricias e um emaranhado de desejo.

Não sei direito o que estou fazendo só sei que quero aquela mulher, entao sigo sentindo o delírio deste prazer desconhecido. Será por que é tão diferente com ela? Por um instante meu coração congela com medo da resposta.

A deito suavemente na cama, fico sobre ela, desço beijando seu pescoço, seu colo, chego nos teus seios, beijo um depois o outro, sugo, dou leve mordidas e ela geme, se abre, pede. Suas mãos me apertam, ela se abre nossas vagina se tocam, mas esse toque é insatisfatorio, quero penetrar, ser penetrada por ela.

Ela toca entre minhas pernas, estou molhada, pronta pra ela, retribuo esse toque, ela também me deseja, continuamos nos tocando, até que o prazer está no limite, então abrimos nossas pernas e nos encaixamos, ficamos roçando nossas bucetas, queria pernetrar aquela mulher, ficamos nessa dança de quadris, nossos gemidos são a música do nosso prazer. Gozamos gostoso juntas, caímos cansada nos braços uma da outra, nossas bocas se encontram num beijo de amor, de carinho. Sinto só a paz que o amor dá.

                                       Fernanda Tahann

O conto na íntegra está em um livro no Wattpad da Fernanda Tahann chamado CONTOS DE AMOR, e você pode baixar de graça

segunda-feira, 5 de março de 2018

O SEGREDO QUE DÓI - Capítulo I

Ando pela casa, ligo a tv não consigo me concentrar em nada, desligo, pego um livro tento lê afinal gosto tanto, nada. Começo a viajar na Internet, mas até parece existir algum lugar um registro de nossas preferência porque pra todo lugar que viro tem fotos dela, fotos de momentos felizes e em nenhuma delas sou eu ao lado dela, largo o celular.

Vou para o quarto, me dispo, fico embaixo da que jato de água um tempão, torcendo pra que a água relaxe meus músculos e me faça dormi. Troco de roupa, me jogo naquela cama, mas tudo que faço é ficar rolando na cama, me mordendo de ciúme, imaginando tudo que pode está acontecendo entre ela e ele. Me perguntando como posso ter me metido nisso.

Sou um mulher de "juízo" por assim dizer, demorei pra me assumi, mas quando o fiz, fiz com segurança, a partir de então namorei algumas mulheres, mas sempre mulheres livres. Muitas mulheres casadas especialmente as casada com homens já se insinuaram pra mim, em muitas ocasiões até pensei em ir em frente, mas sei do perigo de uma relação com essa traz. Sempre evitei esse tipo de aventura, mas nesse caso quando dei por mim já tinha sido engolida pelo furacão de emoções que hoje só dói.

Tudo começou, eu não sei como tudo começou, só sei que quando ela entrou porta a dentro da sala em que trabalho dizendo que trabalharia ali. Levantei os olhos pra identificar a doida que entrava na sala falando alto, interrompendo a concentração de todo mundo. Então eu só vi sorriso dela, vi seus cabelos negros brilhantes, vi aquele ar desprotegido sob a capa de segurança, tudo que eu quis naquele momento protegê-la, cuidar, dá colo, pegá-la pra mim. Lembro que sorri pensando: você está carente dona Maria, voltei minha atenção para o trabalho.

Todos os dias quando saía de casa já vinha pensando em vê-la, quando eu chega e ela estava ali era invadida por uma paz, por uma alegria tão diferente, tão nova pra mim. Fomos nos conhecendo, ela me olhando de um jeito diferente, sempre tentando se aproximar, eu sempre permitindo esse contato. Passamos a almoçar todos os dias juntas, íamos para a parada de ônibus juntas.

Lembro com uma riqueza de detalhes que o beijo dela na hora da despedida era sempre acompanhado de um breve, quase descuidado abraço. Quantas vezes não a surpreendi me olhando, fui sabendo coisas dela, fui me deixando conhecer. Um dia me toquei que estava tão envolvida, se fosse sincera comigo diria que estava apaixonada.

Lembro que o primeiro beijo aconteceu no banheiro do trabalho. Lembro que foi intenso, faminto, acho que se tivessemos tempo teríamos feito amor ali mesmo, tal era o desejo que nos consumia.

O estranho era que sempre que te convidava pra fazer qualquer coisa a noite ela nunca podia, tentei, fui paciente até porque ela me disse que nunca tinha se envolvido com nenhuma mulher, pensei: vou devagar.

Um belo dia ela me surpreende se oferecendo pra passar o domingo comigo, imagina minha felicidade. No domingo arrumei a casa inteira, tentei deixar tudo pronto pra não perdêssemos tempo com nada, tudo que queria era mergulhar naquela mulher que povoava meus pensamentos.

Ela chegou, linda, cheirosa, toda nervosa. Eu ingênua imaginei que era pelo que ia acontecer. Conversamos sobre qualquer coisa. Bebemos nem lembro o que, ele foi se acalmando, fui me aproximando, acho que só precisei tocar sua mãos, ela veio pra cima de mim como uma fome assustadora e ao mesmo tempo maravilhosa, parei o beijo delicadamente.

Eu não podia deixar as coisas acontecerem assim, eu queria fazer amor com aquela mulher, queria ficar gravada naquele corpo.

Levantei, peguei sua mão, a levei docemante pro quarto, lá chegando, comecei a beijá-la com suavidade e fui levando aquela mulher que queria tantopara a cama, fui deixando nossos corpos cairem.

                                        Fernanda Tahann

Meninas publico o próximo capítulo na quarta, muito obrigada por ler. Se vc quiser ler o livro é só digitar FERNANDA TAHANN WATTPAD  e vc vai encontrar vários livros disponíveis para vc baixar de graça.