Uma pintora sem inspiração
Uma tela em branco em meio ao caos
Levanto, fico diante do espelho, vejo uma mulher triste que sorrir
A mulher triste que ri, me conta dos amores, da felicidade do abraço do amor
A mulher triste me fala das vezes que amou e foi enganada
A mulher triste sorrir e me diz que durante muito tempo achou que tinha sido feita pra ser amante, porque das duas vezes que amou descobriu que era a outra
A mulher triste me disse que era feliz antes de descobrir a verdade, antes de descobrir que mulher ama, mente, trai, te destrói igual ao homem
A mulher triste me olhou no espelho e perguntou se eu estava, se era feliz? Como responder a isso se minhas dores são iguais as suas?
Eu como você tive meu coração machucado
Como você eu entreguei o melhor de mim e nao foi o suficiente.
Como você me vestir de felicidade e entreguei meu coração, minha vida, acreditei no azul da vida, fui tão feliz que em certo momentos achei que meu coração fosse explodir, que tive vontade de correr, sair confirmando pra todos que o amor existia e a felicidade era real, mas um dia fui vê-la sem avisar e meu mundo ficou escuro.
Como você já sentir tanta dor que desejei ir
Mas estou aqui começando a redescobrir, a voltar, a me deixar encantar por uma pele que quero deixar a minha tocar, por olhos que sem saber me prometem tanto.
A mulher triste que ri está deixando o azul preso na garganta fluir, fluir para a tela, para a vida, ela está começando a tomar um banho nas cores da felicidade e dessa vez que seja para sempre, que as fadas existam e que a canção do amor eterno embale esse coração que como o teu está muito cansado.
Fernanda Tahann

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