Ela volta tão linda ao olhos do meu amor, volta sem roupa, cheirosa, pronta pra ser amada, sobe na cama, sobe em mim, abro os braços e recebo aquela mulher linda.
Beijo, nos beijamos, entro naquela boca que quero, beijo seu colo, seu pescoço, sussuro que a amo, que sinto sua falta. Ela responde que sou o seu amor, a essa altura a única coisa certa é que desejo essa mulher. Meu quadril pressiona o dela que geme, diz que está com tanta saudade.
Na loucura da vontade ela tira minhas roupas. Eu aumento o som da tv pra abafar nossos gemidos de saudade. Ela está nua, adoro esse abraço de pernas, braços e de espíritos que acontece sempre que nos amamos.
Sinto cada poro da tua pele. Toco seus seios, ela beija meu pescoço, meu colo, sinto sua língua passeando por meus seios. Ela suga um depois o outro, sinto tanto prazer nesse toque, meus gemidos invadem o quarto. Coloco minha perna entre as suas. Ela dança sobre minha perma e a sinto tão minha, tão molhada, tão pronta para o prazer.
Coloco minha mão naquele centro de prazer quente, molhado, liso, seus gemidos aumentam. Sigo tocando bem de leve aquela mulher, passo meus dedos suavemente ali, devargar, ela se joga na cama, só sente meu toque, se contorce, se oferece, oferece seu quadril ao encontro da minha mão, que sabe te conduzir ao prazer.
Ela me toca, sente como estou molhada, nos agarramos uma na outra. Ela me tocando e eu a ela. Nossos corpo grudado, ela mordendo o meu ombro, gritando que me quer, meus dedos perdido entre tuas pernas, sentindo ela fechando as pernas pra sentir melhor meu toque, sentindo o teu jogo de quadril esperando que a penetre, mas quero que ela goze assim só com meus dedos tocando-a.
Ela também me toca, me seguro pra não gozar, porque quero o prazer de gozar com ela, quero ser dela e a quero minha mulher. O gozo vem, ela grita que vai gozar, gozamos juntas, sinto suas contrações e acho que ela as minhas.
Caímos uma no corpo da outra, com um sorriso, ela diz que me ama e eu a amo demais. Ficamos quietinha saboreando esse amor tão nosso esperando nossos corpos se acalmarem.
Em meio a tudo isso alguma coisa grita em mim que esses momentos já não são mais suficiente pra alimentar a mulher que ama que sou eu.
Ela cansada da viagem dorme no meu colo, eu cheia de dores, de mágoas, com um coração cansado de ser a mulher dos finais de semanas, tão carente de uma amor definitivo, não que ela não fosse, mas queria ter uma namorada, uma companheira. Queria aniversários, natais, réveillon, queria tudo, não viver assim.


