Não adiantou dizer pra ela que tínhamos tempo, que ele chegaria só dali a duas horas, ela saiu corre ndo dali, era como se de repente tivesse contraído um doença contagiosa. Eu não sabia o que dizer, não sabia como fazê-la ficar. Ela foi
Quando ela saiu, tudo ficou tão triste, o quarto imenso, a cama um deserto, nunca me senti tão sozinha, tão abandonada.
Tomei banho, tirei a roupa da cama com uma dorzinha constante em mim, não iria lavar nada, dobrei a colcha, o lençol, esse guardaria embaixo do meu travesseiro que agora seria o que ela usou todos esse dias, travesseiro que agora abraçava sentindo o cheiro de uma mulher que estava dentro de mim.
Não aguentei esperar, liguei pra ela, que não atendeu. Será que ela não podia facilitar minha vida? Aliás será que essa mulher me queria? Talvez eu fosse só uma grande aventura e agira a ele chegada dele fosse a desculpa que ela queria pra acabar com a história.
Mandei mensagens que nem visualizada foi. Então fiquei quieta, esperando duas pessoas. Uma queria demais, a outra era só um amigo de muito anos.
Ele chega, entra em casa, graças a Deus não há nenhum contato físico, ele me fala da viagem, da nossa filha, vai tomar banho, sirvo um almoço e lembro dela, lembro como esse momento entre nós era bom, gostoso de viver. Com ele era tudo tão mecânico. Ele me perguntou se tinha acontecido alguma coisa, porque ele não sabia dizer mas que eu parecia mais bonita, mas também existia uma tristeza sem fim nos meus olhos. Disse que estava tudo bem.
O dia se passou comigo grudada no celular, a noite estava quase correndo naquele hotel pra saber dela. Há muito custo fiquei quieta. Ele disse que estava cansado, foi dormir, fiquei muito tempo na sala, até que desisti e fui pra cama. Deitei, o travesseiro estava tão cheio do cheiro dela que terminei abraçada com ele. Uma certa altura na noite quase pulo da cama quando sinto o braço dele na minha cintura, ele pergunta o que foi? Digo que não é nada, que estou com dor de cabeça, por isso vou dormir no quarto das meninas, saio levando o travesseiro e o lençol comigo.
A segunda chega, corro para o trabalho, sei que vou vê-la, mas ao chegar só recebo o aviso que a doutora não vem trabalhar por motivo de doença. Eu quase choro.
Trabalhei meio como um robô executando todas as tarefas, mas rezando para aquele celular tocar, mas ele não tocou
O dia se arrastou, na hora do almoço foi uma tortura ter que fingi que estava tudo estava bem, quando tudo que queria era jogar tudo para o alto e correr pra ela, sem nem saber se ela me queria por perto. Ele me perguntou por minha amiga delegada, quase morri com medo de me traí, disse que soube que ela dormiu todas as noites comigo. Pensei: ela realmente dormiu, me teve, me amou, me levou com ela. Lembro que respondi que eu já tinha comentado com ele, mas parece que ela não estava bem, porque nem tinha ido trabalhar. Ele pergunta por que eu não ia visitá-la já que estávamos tão amiga. Não sei se foi por ironia, só sei que meu coração pulou de alegria, era mesmo iria atrás dela, iria rever aquela mulher que me enlouquecia, bom então você já sabe que vou chegar tarde porque vou vê-la, vou cuidar até ela dormi. Ele me olhou longamente, eu sustentei aquele olhar, ele parou, começou a falar de outros assunto.
Nem lembro como a tarde passou, só acordei de novo quando estava diante do quarto dela, batendo na porta. Ela demorou a abri a porta, já estava quase desistindo quando a porta se abriu.
Quando ela me viu, quando encontrei aqueles olhos angustiados, com cara de quem não dormiu, toda sofrida, minha única reação foi abriu meus braços, abraçá-la muito, como se isso fosse o remédio pra minha, pra dor dela. Não sei em que momento ela começou a chorar, choro que encontrou reflexo em mim, choramos ali abraçada, choramos pela impossibilidade de viver um sentimento que parecia tão especial
Fui beijando aqueles olhos, acalentando ela nos meus braços. Fomos nós acalmando. Ninguém falou sobre sentimento, ninguém falou sobre nada. Ele me perguntou como tinha sido no trabalho. Lhe disse que estava tudo bem.
Pela primeira vez era eu que dava colo para aquela mulher que era tão preciosa pra mim.
Fui ninando até que ela se acalmou, até que os beijos foram se tornando quente, até que ouvi um gemido tão típico nosso. Ela começa a me apertar ao encontro dela. Deixo de ser um colo, passo a ser a mulher que ela deseja.
Dessa vez às roupas são tiradas com calma, com carinho, são muitos beijos, olhos se encontrando, almas se prometendo, corações gritando sentimentos que nossos corpo faziam concretos, mas que nossas bocas silenciavam
Percorro aquele corpo com uma saudade imensa daquele cheiro, daquela pele, saudade daquela boca me desejando, foi me dando um desepero que tentei controlar, buscando ali partes dela secas de beijos, que morriam de uma fome tão grande quanto a minha.
Minha boca só sentia a textura, o gosto, o cheiro do seu cabelo, do seu colo.
Quando cheguei ao seus seios ali tão trêmulos, tão entregue, toco a um, depois o outro, deixo minha língua explorá-los, ela se oferece ainda mais pra mim, peço um pouquinho o controle, subo até aquela boca que tem o segredo do meu prazer e cubro essa boca faminta com a minha. A minha boca promete pra tua o prazer eterno.
Meu ventre se move ao encontro do dela. Desco pelo corpo descobrindo, beijando, cheirando, lambendo. Me aproximo daquele triângulo que me oferece bebida e um cheiro incrível, me aproximo devagar.
Tento me controlar, quero dá prazer, quero que se nunca mais tocar essa mulher, quero guardar esse gosto, esse cheiro em mim, na memória do coração, quero ficar escrita, neste corpo, quero ser absorvida por ele, quero que ela nunca mais esqueça desse momento
Quero viciá-la assim como estou viciada nessa droga que se fosse em outra situação ela podia ter sempre terá com abundância.
Chego naquela área onde cheiro, gosto, maciez tudo me enlouquece. Deixo meu dedo sentí-la e ela está molhada pra mim e responde intensamente a esse toque. Vou até aquela boca que beijo, falo o quanto te quero, o quanto tudo mudou depois que ela chegou na minha vida. Sigo o caminho de volta, te lambendo, chego naquela ilha de cheiros o sabores que em encanta, deixo você sentir minha respiração, beijo em volta, você não aguenta mais esperar e pede "por favor", meu coração responde a esse pedido. Ela coloca suas mãos em minha cabeça e me guia impaciente.
Tomo essa mulher pra mim, mergulho naquele rio de prazer, me lambuzo. Minha língua, meus lábios, tudo em mim quer sentir teu gozo e ele vem fazendo aquele corpo se contorcer de prazer, pra mim, por mim.
Nossas bocas se encontram e ela inesperadamente troca de lugar comigo, agora ela em cima de mim, e me olha por longos instante, fecha os olhos, da impressão que iria falar algumas coisa que desistiu no último segundo.
A boca dela se aproxima da minha, quando os lábios dela encontram os meus há tanto carinho, tanta delicadeza que tenho medo de derreter, me agarro a ela como se estivesse pra me afogar naquele mundo onde parece que a minha vida estava.
Ela me agarra, porque nossos corpo estavam tão ligados, aquilo era muito mais que um abraço
Eu estava faminta, desejosa. Ela acho que queria morar em mim
Os beijos foram se intensificando, nossas bocas se comiam, minha língua na dela, a dela em mim. Ela beija todo meu corpo, desce sugando meus seios, beija meu ventre, abre aquela gruta, começa lambendo devagar. Aquela língua me penetrava. Entrava e saía de mim, me fazendo quase gemer, pedir, me abri, me oferecer. Aquela língua subia e descia, chegando no meu clitóris e ali ficando, hora chupando, hora lambendo. Eu louca, quase me enfiando naquela boca
Ela ao meus tempo que me chupava, resolveu enfiar os dois dedos dentro de mim. Fiquei desvaraida de prazer, com aquela língua que agora só lambia meu clitóris e aqueles dedos me fazendo dela.
O prazer era intenso, gemia, pedia, o gozo chegou me levando a um mundo quase desconhecido porque o gozo foi completo.
Eu a trouxe para meus braços, ficamos assim quietinha cheia de um sentimento que nenhuma das duas tinha coragem de externa.
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